O pai da minha amiguinha _ Iniciação

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Olá seus lindos.
Esse é o primeiro conto que escrevo, então me perdoem qualquer coisa.
Mas eu fiquei muito inspirada a contar minha história depois de ler tantos contos lindos, amorosos e extremamente excitantes aqui no CNN.

Pra começar, vou me apresentar. Eu sou a Monalisa, menina/mulher de 22 anos. Morena de pele clara, 1,60m, cabelos cacheados, modéstia à parte bem gostosinha, pois tenho bunda e seios grandes.
Mas o que vou narrar aqui aconteceu quando eu ainda era uma menininha. Eu tinha acabado de completar 7 anos de idade. Sempre fui uma menina muito sapeca, levada, sorridente e animada. Muito comunicativa. E adorava principalmente conversar com adultos, os homens me amavam e eu curtia demais isso. Já era fogosa desde de sempre. Me esfregava nos móveis da casa, braços de poltronas, aqueles cantos pontiagudos das camas antigas de madeira, lembram?! Enfim… ficava sentada de pernas abertas, esfregando minha bucetinha pra frente e pra trás até sentir aquela vontade de fazer xixi, que eu ainda não sabia que era gozar, mas era bom demais.

No colégio eu tinha uma amiguinha, Julia. Minha melhor amiga na época. E enquanto estávamos na primeira série (ou primeiro ano, como se diz hoje), o pai dessa minha amiga sempre ia apanhar-la na escola. E, nossa! Eu achava ele muito bonito, parecia um anjo, bem meu tipo, loiro, olhos claros, um corpo másculo. Seu nome era Pedro e devia ter uns 35 anos. Ficava muito animada quando ele aparecia. Pra completar ele era muito gentil comigo, sempre me pegava no colo, me beijava a testa, me dava doces e fazia questão de me levar em casa que era caminho da casa deles. Meus pais confiavam nele e sempre permitiam que ele me levasse em casa.
Ele sempre se despedia de mim com um beijo na testa e dizendo:
_ Até amanhã bebêzinha.
Toda vez que pensava nele sentia vontade de esfregar minha bucetinha em algo sem saber muito bem o porque disso, mas eu contava os segundos para vê-lo no dia seguinte.

Passou um mês desde que ele começou a ir buscar minha amiguinha na escola.
Um dia, como de rotina, ele foi buscar Julia e a mim no colégio. Mas desta vez Julinha (como todos a chamavam) pediu para eu ir ficar a tarde na casa deles, brincando e fazendo um trabalho da escola. Ele deixou, na verdade parecia ter gostado muito da ideia.
Passamos em casa no caminho e ele pediu a minha mãe e ela permitiu tranquilamente.
Fiquei super contente. Falei que iria trocar de roupa, pois eu estava de farda da escola, uma saia de pregas azul, meias 3/4 brancas e o uniforme branco (blusa). Mas Pedro relutou imediatamente.
_ Não princesa. Não precisa. Você pode banhar em casa e a Julinha te empresta uma roupinha. Não é Julia?
_ Sim papai. – disse minha amiga.
Então logo chegamos a casa deles. Uma bela casa a propósito. Um dúplex grande com uma bela sacada.
Quando entramos me deparei com uma sala ampla e muito branca. Os móveis e as paredes eram todos brancos, apenas alguns objetos tinham cores e o piso tinha aparência de madeira, mas não era madeira. Enfim, não sei bem o que era, mas era uma casa muito bonita.
De imediado, assim que entramos em casa minha amiga me levou até seu quarto no andar de cima. Brincamos um pouco até tio Pedro nos chamar para almoçar.
Terminamos de almoçar, Júlia foi tomar banho e eu iria em seguida. Ajudei a empregada com os pratos e ela me elogiou.
_ Mas é uma princesa mesmo, não é. Obrigada linda.
Saí sorridente da cozinha e me deparei com Pedro de pé na sala.
_ Uma linda princesa mesmo. _ ele disse com voz doce.
_ Obrigada – falei tímida
_ Senta aqui comigo. Vamos ver um pouco de tv. O que gosta de assistir? – falou já sentando no sofá.
Eu me sentei ao seu lado, mas um tanto distante.
_ Gosto de desenho.
_ Haha. Gracinha – ele riu. _ Vou pôr um filme, está bem?
_ Tá. E a Julinha?
_ Julia já deve estar dormindo. Ela sempre tira um cochilo depois do almoço.
_ Ah tá. – falei como quem não liga, mas estava nervosa. _ E onde está a mamãe da Júlia?
_ A mamãe da Julia está no céu com os anjos.
_ Minha mamãe já me falou sobre isso. Ela morreu não é?
_ Sim. Ela morreu. Eu sou viúvo. Você é muito inteligente Lisa (como todos me chamam até hoje), é muito bom conversar com você.
_ Já estou indo patrão. – falou a empregada. _ Já deixei o lanche da tarde pronto na geladeira. Até amanhã. – falou saindo as pressas.
_ Senta mais pertinho de mim – Pedro falou batendo com a mão no sofá no lugar vazio ao seu lado. _ Não precisa ter medo.
_ Não tenho medo – falei toda serelepe e faceira me sentando ao lado dele.
Ele me puxou pra bem perto de si e me apertou num abraço meio sem jeito.
_ Eu gosto muito do senhor seu Pedro. – falei sem pensar.
_ Também gosto muito de você Lisa. Muito mesmo. – ele disse me olhando nos olhos e beijando minha bochecha rosada de vergonha em seguida.
Então ficamos assim, assistido ao filme como namoradinhos agarrados. Eu com os pés dobrados em cima do sofá e meu joelhos encostando nas pernas de pedro enquanto permanecia aninhada em seu peito com seus braços fortes em volta de mim.

Em determinado momento do filme, um casal começou a fazer sexo, o cara do filme empurrava a moça na parede e fodia sem dó ela por trás.
_ O que eles estão fazendo tio? – perguntei inocente.
_ Eles estão se amando bebêzinha. É isso que duas pessoas que se amam fazem.
_ Mas parece que ele tá machucando ela.
_ Não está não meu bem. Ela está gostando e muito.
Nessa hora percebi um certo volume em suas calças, pois levantou meus joelhos que encostavam no tal volume.
_ O que é isso tio? – falei apontando para o pau dele muito curiosa.
_ Isso é o titio tento uma ereção.
_ O quê?
_ Ereção bb. – ele falou rindo _ É quando um homem fica excitado, e o pipiu sobe e fica muito duro.
_ Hum. – não sabia o que falar, nem perguntar. Fiquei quieta.
_ Ficou curiosa bebêzinha?
_ Sim. Um pouco.
_ Posso te contar um segredo? – ele perguntou chegando bem perto do meu ouvido.
_ Pode tio.
_ Meu pipiu ficou duro assim por causa de você.
_ De mim? Desculpa. – falei me sentindo culpada por alguma coisa.
_ Não pede desculpas bb – ele falou alisando minhas pernas. _ Isso é muito bom. Eu fico assim porque gosto muito de você, muito mesmo. E quando penso em você, eu sempre fico de pau duro.
_ Pau?
_ Sim, minha linda. Pau. – ele riu. _ É como chamamos o pipiu dos adultos.
_ Entendi – falei me afastando um pouco dele. Por algum motivo fiquei com muita vergonha e achando aquilo errado.
_ Por que está se afastando bebêzinha? Vem pra perto de mim.
Ele me pediu tão docemente, que eu fui.
Ficamos novamente na posição anterior. Abraçados, meus joelhos ainda encostavam no seu pau duro e o filme continuava.
Mas ele mudou. Começou a alisar demais meu braço esquerdo, minhas pernas, começou a subir lentamente minha sainha de pregas alisando minhas coxas, ao mesmo tempo com sua mão direita passou a pegar no pau por cima da calça jeans. Ele ficou tocando minhas coxas por um tempo até subir de vez e pegar na minha bundinha. Senti um arrepio na hora, mas achei bom. Ele era carinhoso e eu gostava. Ele passou a apertar minha bundinha e seu pau ao mesmo tempo. Percebi que sua respiração estava mais ofegante. Sem entender nada, apenas fiquei quieta.
_ Gosto tanto de você minha bebêzinha linda. – ele disse bem no meu ouvido.
Ele beijou minha bochecha e demorou. Ficou parado um tempinho. Depois beijou meu pescoço e eu senti arrepios e sorri.
_ Está gostando do carinho do tio, está?
_ Estou.
_ Pode ficar melhor. Quer?
_ Quero. – falei sem saber do que ele falava.
_ Abre as pernas pra mim.
Eu abri sem pensar. Só comecei a sentir àquela vontade de esfregar minha bucetinha.
Então me deixei levar.
Ele não perdeu tempo, e com muito carinho passou de leve a mão na minha bucetinha. Ele gemeu com os lábios encostados no meu ouvido assim que encostou nela. Passou novamente a mão e apertou um pouco. Eu adorei e dessa vez fui eu quem gemeu baixinho.
_ Gostou bebê?
_ Sim tio. É bom.
_ Não disse que iria ficar melhor?!
Ele passou a apertar mais a minha xoxotinha e eu senti aquela alegria que sentia quando me esfregava sozinha. Era uma sensação muito gostosa. De repente ele afastou a minha calcinha de lado e eu senti seus dedos tocarem a fina pele da minha bucetinha. Ele gemeu novamente.
_ Deita princesa. – ele falou me deitando no sofá ficando de joelhos entre minhas pernas abertas. Ele tirou minha calcinha e voltou a me tocar a xoxota que nesse momento já estava molhadinha.
_ Está molhada bebê. Que linda!
Eu apenas sorri e fechei meus olhos quando ele passou a me tocar com um pouco mais de força. Sentia um arrepio na espinha, uma tontura estranha, me retorcia e gemia com o toque daqueles dedos na minha bucetinha. Era diferente de quando eu me esfregava sozinha, mas era muito bom, ainda melhor na verdade.
Estava toda molinha curtindo aquele momento, quando ele parou. Eu não entendi abri meus olhos e o vi se abaixando e pondo a boca na minha xoxota.
_ Que foi tio? – Perguntei querendo entender.
_ Relaxa linda. Só vou lhe dar um beijinho aqui – disse apontando para minha xana. _ Ela é linda, quero muito beijar ela. Posso? Prometo que você vai gostar.
_ Tá bom. – falei querendo muito que ele me beijasse. Sem entender que não seria exatamente um beijo.
Ele pôs os lábios na minha buceta, beijou de leve primeiro, depois beijou com mais força, depois senti sua língua percorrer de leve toda a extensão da minha xana. Nossa!! Que sensação maravilhosa.
Ele continuou lambendo, cada vez com mais força, mais rápido. Eu passei a me contorcer e sentia um arrepio no corpo todo. Ele me apertava as coxas, a bundinha e me lambia com firmeza e carinho. Eu não conseguia ficar quieta. Me mexia toda.
Então escutei um barulho que na hora não sabia o que era. Abri os olhos e vi pela primeira vez um pau de homem. Ele havia aberto o zíper da calça e posto o pau muito duro pra fora.
_ Esse é o seu pipiu tio?
_ Sim meu bem.
_ Ele é grande, neh?
_ Não minha linda. Nem é grande. É até pequeno. Só 14cm.
_ Parece grande. – falei inocente. Ele riu.
_ Não é grande, mas é grosso. Você gostou?
Ele perguntou querendo saber o que eu achei.
_ Sim. É rosa! – exclamei encantada com a cor.
_ Sim minha linda. Rosa. Sua cor favorita. – ele falou sorrindo, pois me conhecia bem.
_ E por que tá pegando nele tio?
_ Titio vai fazer um carinho nele enquanto beijo sua bucetinha, está bem?
_ Tá bom.
_ Mas pra que você não se assuste, vou lhe explicar o que vai acontecer.
Ele se levantou e aproximou o pau do meu rosto enquanto eu continuava deitada.
_ Eu vou mexer nele assim – ele se punhetou de leve _ E isso é muito bom, muito gostoso pra um homem, e quando fica muito gostoso mesmo, sai um leitinho daqui da ponta, está vendo? – ele apontou a cabeça do pau na minha direção.
_ Umhum.
Ele sorriu, acarinhou meu rosto, voltou para a posição anterior e continuou me chupando a buceta, mas agora ele se punhetava ao mesmo tempo.
Ele intensificou muito as linguadas que comecei a sentir arder minha xoxotinha, mas estava muito bom. Eu comecei a rebolar na boca dele por puro instinto. Ele respirava ofegante, lambia forte e chupava o meu grelinho pequeno. Eu escutava um plec plec plec, e não sabia se era da minha bucetinha ou do pau dele. Acho que estávamos os dois muito molhados. Eu comecei a sentir aquela vontade de fazer xixi que eu ja conhecia e era tão boa. Gemi mais alto e percebi que ele adorou. O barulinho começou a ficar mais rápido e sua lingua na minha buceta também, até que eu gozei na boca dele. Me contorci toda e fechei as pernas em volta da cabeça dele. Fiquei assim até me recuperar. Quando relaxei as pernas e fiquei super molinha, abri os olhos e vi que ele continuava se punhetando. Foi quando ele gemeu mais alto e começou a falar:
_ Ahh… vou gozar, vou gozar bebêzinha, ahhhh, to gozando, to gozando…
Senti um líquido tocando minha bundinha que estava nua sob o sofá.
_ Seu xixi tá me molhando tio.
_ Não bebê. Titio gozou leitinho por você. Só escorreu um pouco na sua bundinha. – ele respondeu ofegante demais. Quase não entendia o que ele falava.
_ Humm… – falei pegando naquela gosma estranha na minha bunda.
_ Não se preocupa que o tio vai lhe dar um banho bem gostoso.
Ele me levou no colo para o banheiro e tomamos banho juntos. Ele brincou comigo, me fez cócegas, ensaboou meu corpinho todo, me lavou, secou e me vestiu com uma roupa da Julinha. Quando ela acordou, brincamos até a hora de eu voltar pra casa.
Na hora de me levar pra casa, Pedro pediu para Julia pegar um suco de caixinha na geladeira pra eu ir tomando no caminho. Na verdade ele queira ficar a sós comigo.
_ Minha linda. – falou me pegando no colo e apertando meu bumbum com as mãos. _ Você gostou de brincar com o tio hoje?
_ Umhum.
_ Mesmo?
_ Umhum.
_ Então você tem que prometer não contar isso a ninguém, tá bom? Porque se alguém souber, nós não vamos mais poder brincar. E você quer brincar assim de novo com o tio?
_ Quero.
_ Então esse é nosso segredo, tá?!
Eu apenas acenei que sim com a cabeça.

Em casa eu não conseguia parar de pensar no que havia acontecido. Ficava sorrindo sozinha lembrando do quanto aquilo foi gostoso e do quanto eu queria fazer de novo.
Ainda bem que aconteceram muitas outras vezes e coisas ainda melhores.

Sei que ficou longo, mas espero que tenham gostado. Se gostaram comentem se querem que eu continue a história, ok?

Quem quiser conversar, trocar experiências, me add:

Beijinhos