Meu primeiro adulto


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Meu nome é Juninho, hoje tenho 16 anos. Quando tinha 14 anos, dois amiguinhos vinham pra ficar as tardes comigo, sem meus pais em casa, me comiam muito pela casa toda. Depois da aula eles batiam lá em casa pra fazerem a festa na minha bundinha. Mas o que vou contar, foi quando minha mãe insistiu para meu pai mudar a cor da sala e do corredor, e contratou um pintor para o serviço. Era um homem de 40 e poucos anos, simpático e brincalhão. Me tranquei no quarto com meus amigos e cheguei a esquecer do pintor, horas depois meus amigos foram em bora e o pintor disse que precisou perguntar onde estava um dos materiais dele e bateu na minha porta e nada, tentou abrir a porta e estava trancada. Depois ele disse que a festinha tava boa ai dentro. Fiquei nervoso com a observação dele, mas tentei não demostrar. Mas ele disse que ele e mais uns amigos de infância comiam um garotinho da rua dele. O pau dele já se notava dentro das calças. Eu dava umas olhadinhas de rabo de olho e ele dizia que era bom comer um cuzinho novinho. Eu fiquei intrigado, será que ele sabe que sou eu que sou comido ou não sabe. De vez em quando ele alisava o pau por cima da calça, dizendo que estava morrendo de vontade de dar uma comidinha. Falei que ele era muito grande pra comer um garotinho novo. Ele me disse que uma vez comeu um garotinho da minha idade e não tinha machucado ele. Fiquei pensando em dar pra ele, mas tive medo. Ele pediu para eu mostrar minha bundinha pra ele. Ele mesmo me virou e baixou meu short, passou o pau na minha bunda e eu não resisti. Vi ele cuspindo na cabeça do seu pau e encostando no meu cuzinho, que já tinha sido comido a pouco tempo pelos meus amigos. Recebi todo o pau dele com certa facilidade e deixei tudo com ele, que metia e me fazia carinhos nas costas. Adorei a metida dele, que gozou e foi tomar banho. Antes de sair, perguntou se eu tinha gostado, respondi que sim. Ele pediu para não trazer os garotos enquanto ele não terminar a pintura, que ele queria me comer todos os dias, e foi em bora. Meus amigos entenderam o risco de nos pegarem e aguardaram o meu sinal. O pintor cumpriu sua promessa e me comeu 8 dias sem falhar. Depois os amiguinhos voltaram a me comer como de costume, mas foi bom sentir um homem. De vez em quando dou uma chance para um que outro.