Eu e o meu professor – Parte 1


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*me identificarei como Edu neste conto por motivos de segurança*

No finalzinho do ano passado (2016), havia chegado um professor novo de Educação Física para cobrir algumas aulas. Ele era baixo, acho que 1,75 de altura, corpo um pouquinho definido, olhos azuis, cabelo preto e tinha uma barba muito sexy(pra mim era sexy rsrs). Não sabíamos quem ele era, até por que ninguém havia nos falado. Então ele logo se apresentou, seu nome era Elton. Me pareceu meio sério, fiquei um pouco tenso pois não gosto de aulas de Educação Física de jeito nenhum.
Fomos direto pra quadra da escola, pegou algumas bolas de vôlei e dividiu a classe em equipes de 8 pessoas pra jogarem e mais algumas pro banco de reserva, dois alunos ficaram de escolher as pessoas pro seu time, e como sempre tive a sorte de não participar de nenhuma das equipes, então fiquei de fora, fui pras arquibancadas e fiquei mexendo no celular. O professor não ficou satisfeito, pela cara dele ficou bem bravo por sinal, e eu não sei porquê.
Então bateu o sinal, todos pra casa, afinal, as aulas dele eram as duas últimas. E como não havia mais ninguém ele me chamou e disse que queria falar comigo: – Ficou feliz por ninguém ter te escolhido, rapaz? – disse ele com um tom meio sarcástico, e eu logo respondi: – Eu não gosto de praticar esportes, todos sabem, por isso não me escolhem – falei, e rapidamente ele respondeu: – Praticar esportes vai ser bom pra você ficar com perna de macho, não com essas pernas de mocinha – ele riu. Então eu falei meio que desprezando ele: – Eu gosto de minhas pernas, não me sinto desconfortável com elas. – ele olha pra mim e fala: – Calma, rapaz!(risos) Se você fosse uma menina seria uma gostosa! E eu te comeria sem dúvidas. – falou ele.
Fiquei meio atordoado com aquelas palavras, então apenas caminhei até a porta de saída e fui embora ainda assustado.
Falei aquilo com minha amiga logo depois que cheguei em casa, ela sabia que eu era gay, e que eu gostava de caras velhos apesar de ter apenas 13 anos. Ela também ficou um tanto surpresa e assustada com o que eu disse. Então marcamos de ir ao cinema, eu e minha amiga, às 7 horas. Marquei de encontrar ela no ponto de ônibus e nada dela aparecer, liguei várias e várias vezes, deixei várias mensagens e ela não respondia. Então fui sozinho, não ia dar viagem perdida.
Assim que cheguei lá dei de cara com quem? Ele mesmo, Elton, meu professor, ele estava sozinho e logo ele me viu e veio até mim.
– Vai assistir sozinho, rapaz? Não tem amigo não? – ele falou brincando e eu disse rapidamente: – Marquei com minha amiga, mas ela não veio, então vou assistir sozinho mesmo. Naquele momento que eu estava indo ele me chama e fala: – Posso assistir com você? – e eu logo confirmei com a cabeça.
Ele preferiu ficar no fundo, sendo que não havia ninguém além de mim, ele e mais outra pessoa que estava à 3 fileiras de nós. O filme começa e ele começa a puxar papo:
– Você só tem amigas? Amigos não? – olhei para ele e falei: – Só. A Cláudia é minha única amiga – ele olha pra mim surpreso e diz: – Você é bem diferente dos meninos que eu conheço. Meninos costumam ter amigos homens, não mulheres – confesso que fiquei bem incomodado com aquele comentário, e falei: – Talvez eu não seja um menino igual os que você tem em mente – eu realmente não sei de onde estava tirando aquelas palavras. Ele se calou por uns segundos e disse: – Sua língua é afiada assim sempre? – e eu logo falei: – Minha língua serve pra isso – pensei comigo, já estava sendo grosso com ele, mas ele me surpreende dizendo: – Pra outras coisas não servem não? Poxa… – fiquei congelado, não sabia o que responder naquela hora, mas falei: – Que outras coisas? – depois que falei isso ele abriu o ziper e colocou aquela rola pra fora e olhou pra mim. Eu tremi, era simplesmente um pau maravilhoso, apontava pra o teto de tão duro que estava, tinha uns 17 cm, e grosso. Ele pediu pra que eu chupasse, já que eu disse aquilo, chupei. Era a primeira rola que eu estava chupando na vida.
Ele gemia baixinho e as vezes puxava no meu cabelo levando minha cabeça até a sua pra que pudessemos beijar, e logo levava até seu pau. Chupei tudo, eu engasgava em alguns momentos mas nada impedia de fazer eu parar de chupar aquele caralho enorme.
Alguns minutos depois de um bom boquete, ele sussurra que vai gozar, eu começo a chupar bem rápido, e logo ele goza. Foi 4 jatos inesquecíveis de gala na minha boca, engoli tudinho.
– Olha só… O santinho sabe virar um diabinho safado, né seu putinho? – ele disse pegando forte no meu cabelo e sussurrando no meu ouvido, eu me arrepiei e falei: – Você gosta de novinhos, né? Safado – falei no ouvido dele e aproveitei pra beija-lo outra vez. Ele puxa no meu cabelo novamente e diz: – Quero mais vezes, você não vai escapar seu safado! Quero seu cuzinho da próxima vez. – fiquei chocado com isso que ele falou, e disse brincando: – Meu cuzinho só depois do nosso casamento – ele riu, me beijou e falou: – Tudo bem meu amor! Na excursão vou virar seu marido e comer ser cu todo dia – eu ri.
Depois disso, peguei o Whatsapp dele e fui pra casa.
Não via a hora do dia da excursão, mas deixa isso pro próximo capítulo.

Se gostou, deixe se apoio que eu continuarei.