O Melhor Amigo do Homem 2

Click to this video!
Autor

Continuação do conto “O melhor amigo do homem” Olá pessoal! para entender a continuação, sugiro ler o começo “O melhor amigo do homem”. Karla ficou exausta, sonolenta e ofegante. Com a cabeça deitada no meu colo. E eu acariciando seus seios maravilhosos que eu tanto conhecia Apesar das evidências. Não podia deixar perceber que a minha intenção real, era voltar a comer aquela buceta gostosa e gordinha. Após algum tempo. Lhe chamei e pedi para ir tomar um banho, pois já estava indo. Mais tarde ligaria para ver como estaria. Não consegui chegar em casa, bati uma punheta no carro mesmo. Estava com o pau muito duro. Minha namorada me pagou mais tarde😊 Liguei no outro dia por volta das 10hs. Mais foi muito difícil esperar até esse horário. Não poderia precipitar nada. – Oi linda! como está você? – Com vergonha de você! e ainda dolorida! – Já falei, você tem todo o meu apoio, pode contar comigo em tudo. – Mais apesar da nossa amizade, você tem que convir que é algo muito estranho o que aconteceu! – Meu amor! Temos intimidades suficiente para o que aconteceu não abale nossa amizade. Ném provoque constrangimentos. – Tá bom! eu sempre tive muito carinho e confio em você. – Então esqueci! e o barão? tá mais tranquilo? – Aparentemente mais tranquilo, mais não pode me ver que vem abanando o rabo. Estou até com medo da Luiza desconfiar de alguma coisa! – Deixa de bobagens. Como ela vai desconfiar se ele ataca até ela! Tinha que dar sequência no meu plano de matar a saudade de comer aquela bucetinha gostosa 😉 – karla, quando o Fernando chega de viagem? – No próximo final de semana. Já era quarta-feira. – Karla para que o Fernando não veja o barão ainda agitado, com certeza ele não vai mudar seu comportamento, já que você falou que ele não pode nem lhe ver! você vai ter que fazer novamente, assim ele vai sair do cio. – Novamente? tenho que fazer mesmo? – Só estou querendo ajudar, mais se você não quiser tudo bem.Mais tenho medo do Fernando ver ele lhe acediar e querer colocar ele para cruzar. – Faz o seguinte, vem aqui comigo para conversarmos. – Tá bom, vou hoje à noite na mesma hora de ontem – Tá, tô te esperando, beijos. O ritual do resto do dia foi o mesmo, aflição, tensão e tesão. Só de pensar em me dar bem, e desta vez não iria deixar o meu amigo levar vantagem, iria tirar uma casquinha. Sai rumo sua casa, não me preocupei com camisinha. Queria sentir pele com pele. Ao abrir o portão. Estava ela, mais linda ainda. Os cabelos negros escovados. Desta vez usava uma blusa tomara que caia preta, com babados no decote, mostrando a barriguinha com pelos dourados. Uma saia jeans branca, apertada, indo até o meio das coxas. Umas sandálias de salto alto que realçava e deixava mais arrebitada a sua bunda. O perfume era o mesmo, gostoso, suave e penetrante. Acho até que era uma colônia pós banho. O mesmo cumprimento. Beijinhos no rosto é um abraço, que desta vez fiz questão de apertar. – Você cada vez mais linda! – São seus olhos, fala isso porque é meu amigo, é que amigo! Fomos entrando é o drinks foi o mesmo, precisava de algo forte, já não estava mais aguentando. Fiquei até com medo dela perceber a minha situação. Desta vez quando sentou à minha frente, foi impossível não ver aquela calcinha branca. Mesmo com as pernas bem fechada. A saia era minha amiga, subiu mais ainda. Sempre gostou de roupas curtas, valorizando suas belíssimas pernas torneadas. – E aí, você pensou no que conversamos pela manhã? – Poxa Paulo, ainda estou um pouco dolorida. Sabia que o pau dele era grosso e grande! Mais aquele nó!! Passei um tempo olhando para o barão e pensando como conseguiu entrar em mim! Incentivei para que ela tomasse um drink, afinal tinha que fazer ela ficar mais relaxada. Levantou e se serviu também com uísque. Voltou a se sentar na minha frente bebericando, e desta vez abriu um pouco as pernas, meu coração acelerou é a caceta pediu pelo amor de Deus que a libertasse, estava muito dura e machucando num espaço muito apertado. Conversamos banalidades e até sobre o Fernando, tinha que ganhar tempo e fazer ela beber mais. Depois de algum tempo. Levantei e pegando pelas suas mãos lhe ergui olhando em seus olhos, falei: – Karla, não quero que você se prejudique, vamos fazer esse sacrifício. E não foi tão ruim assim! Foi? ela deu um sorrisinho e saiu. Desta vez pedi também um ededron, teria que proteger aqueles joelhos do contato com o tapete. Demorou uns minutos. Ela entra na sala trazendo o ededron, as meias e o barão pela guia, o safado parecia que estava rindo com aquela lingua dependurado de lado. Coloquei o ededron no chão, as meias nas patas do barão e fui cuidar dela que só me olhava. Baixei o zíper da saia e fiz deslizar até os tornozelos. Ficou com a calcinha branca de um tercido fino e delicado. Entrando um pouco naquela bunda, mostrando as marcas de sol de um biquíni de banho. Parecia até que tinha se bronzeado naquele dia. fui subindo devagar a blusa.Quando constatei que realmente tinha pego sol. As marcas de um sutiã minúsculo estavam desenhadas nos seios de porcelana, minha vontade foi de colocar a boca, e sugar, mais me controlei, ainda! Me abaixei, segurei nas laterais da calcinha, parecia que estava segurando nas orelhas do troféu da UEFA. 😁 fui baixando devagar, meu nariz passou pertinho daquele monumento de buceta, cheguei até a sentir o aroma prazeroso. Pedi que ficasse de quatro, peguei o cachorro pela coleira e puxei. Mais antes falei: – Meu amor você da outra vez sentiu dor porque não estava preparada e nem lubrificada. Ela me olhou como se perguntasse, e como vou fazer? Não perguntou, mais eu respondi. Cai de boca chupando, ela só me olhou e deu um gemido forte, chupei, chupei, chupei, até matar a vontade reprimida. Deixei toda babada, peguei o cachorro e fiz montar. Desta vez já fui guiando o seu pau para o caminho certo. Bombou algumas vezes e encaixou, quando parou ela soltou um gemido, quase um grito, era o nó se alojando. Mais desta vez não foi tão traumático, ela já sabia o que iria acontecer. fui para sua frente e percebi algumas lágrimas naquele rosto lindo, enxuguei com carinho. O cachorro quietinho, babando e se deliciando com aquela deusa. Fiquei passando a mão nos bicos durinhos dos seios. E devagar fui tirando a pica para fora e fui batendo uma punheta suave próximo ao seu rosto. Ela por iniciativa própria, puxou, e colocou na boca fazendo um boquete tão sonhado, magnífico como só ela sabe, colocando todo na boca e depois tirando devagar e apertando com seus lábios como se quisesse sugar minha alma pela ponta da caceta. Resisti bravamente para não encher aquela boquinha de porra. algum tempo depois, o cachorro grunhindo, começou a lamber o pau juntamente com a buceta. Segurei ela firme para ele não a levar dependurada como uma cadela. Ele puxou, e ela ficou nervosa, lhe acalmei. Fez um barulho, ploft , tinha desengatado, ele ainda deu uma lambida na buceta dela, como se estivesse agradecendo. Da buceta escorria um filete de porra, mais sem sangue desta vez. aproveitei a situação é meti meu pau de uma vez naquele buceta toda cheia de porra do animal, só parei quando gozei também, misturando nossas porras no fundo daquela delícia. se gostaram, mandarei novos contos, sempre a com o barão abrindo caminho. E também como ajudei a sua melhor amiga na mesma situação.