Na casa de Jussara (3ª parte)


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Leiam também as partes 1 e 2 para situarem-se na história. Então vamos continuar galerinha!
No final da tarde daquela terça feira, depois de ter chupado e sido punhetado pela delícia da Jocelma, consegui terminar o piso do quarto. Jussara e sua filha mais nova Jaqueline chegaram por volta das 15h30min. A menina estava toda feliz, pois a mãe tinha comprado umas roupinhas pra ela e para Jocelma. Eu estava do lado de fora lavando as ferramentas e podia ouvir a bagunça que as duas faziam no quarto experimentando os presentes. Algum tempo depois, Jussara terminara de lavar as louças e foi tomar seu banho levando Jaqueline junto… A mais velha estava no quarto assistindo TV. Enquanto isso eu terminava de limpar um pouco de pó que tinha ficado pelo corredor. Viajei um pouco em meus pensamentos imaginando como seria bom se aquele vento da tarde voltasse a levantar a cortina da porta do banheiro… Adoraria ver Jussara peladona de novo. E por mais que parecesse louco também queria ver a menina de oito anos pelada… Jaqueline era novinha mais seu corpinho era adorável. Mesmo não tendo peitinhos, tinha um bumbum pequeno arrebitado e apesar de magrinha ela era linda. Bom, o vento não ajudou… rs. Mas vi quando as duas saíram do banheiro enroladas na toalha indo para o quarto. Tratei de ser discreto. E fui tomar meu banho. Durante o jantar, todos à mesa, conversamos bastante. Jocelma, entre uma brincadeira e outra com a irmã, olhava para mim e sorria. Certamente lembrando-se do que tínhamos feito durante a tarde. Já Jussara, sentada ao meu lado, muito falante e a vontade, vez por outra, tocava minha perna com a mão. Já estava prevendo o que me aguardava a noite. Jussara me avisou que na quarta pela manhã iria visitar o marido na prisão. Sairia por volta das 08h00min e que sua mãe viria pegar as meninas. Quando fomos dormir, tive que colocar o colchão na cozinha, pois o quarto em que tinha ficado na noite anterior estava com o cimentado fresco ainda. Nos recolhemos por volta das 10h00min, e por estar cansado adormeci rapidamente. Despertei com a claridade que entrava pelo vitrô da cozinha e a luz do banheiro acesa. Eram quase 06h00min… A noite passou muito rápido… Permaneci deitado e logo Jussara entrou pela porta… Ela pediu desculpas pelo horário, mas precisava deixar tudo arrumado pra poder sair para a visita ao marido. Ela usava a mesma camisola da noite anterior. Bem justa marcava bem a minúscula calcinha que ela usava. Ela estava sem sutiã e os peitos grandes e bicudos completavam a silhueta deliciosa do seu corpo. Eu estava sem camisa por conta da noite quente que tínhamos tido… Fiquei de pé e o volume no calção mostrava que estava de pau duro… Jussara percebeu e sorriu marotamente. Enrolei o colchão e coloquei no cantinho do armário. Jussara estava encostada na pia arrumando a louça e quando eu ia passar por ela em direção ao banheiro ela virou-se e colocou a mão no meu pau… Apertou ele por cima do calção e disse. _ Hoje não é dia de visita intima lá no presídio, mas estou morrendo de tesão. E parece que você também… Sem responder agarrei ela pela cintura e nos beijamos enroscando nossas línguas enquanto minhas mãos escorregavam para aquele bundão gostoso… Afastei-me um pouco e tirei o calção e a cueca de uma só vez enquanto ela tirava sua calcinha… Jussara virou-se de costas se apoiou na pia e afastou as pernas. Dei uma salivada na mão e enfiei por baixo alcançando aquela boceta gostosa… Lubrifiquei-a todinha e enterrei dois dedos… Jussara gemia gostoso… Cuspi na cabeça do pau e encaixei por trás dela… Ela arrebitou mais a bunda para facilitar… Encontrei a entradinha da sua xana e empurrei tudo de uma só vez… Jussara sufocou o gemido mais alto mordendo a própria mão… Jussara se apoiava só com as mãos na pia baixando a cabeça entre os braços… Seus peitões balançavam pra frente e para trás no ritmo das minhas bombadas… Segurava Jussara pelo quadril e a puxava com força de encontro ao meu pau… Ela já não continha seus gemidos e falava baixinho:_ Gostosoooo… Soca mais… Issssoooo… Hummmm… Estiquei as mãos até aqueles peitões… Apertei cada um deles sem deixar de bombar na xaninha de Jussara. O ritmo era frenético e meu quadril batia na bunda dela fazendo estalos seguidos…_Pá, pá, pá, pá… Jussara empurrava a bunda para trás e contraia a xana massageando meu cacete enquanto ele entrava e saia daquela boceta quente e molhada… Foi quando ela soltou um gemido mais prolongado, se agarrou a pia e gozou no meu cacete… Vi o cuzinho dela piscando sem parar ao mesmo tempo em que sentia as contrações da sua bocetinha… Não consegui segurar mais e inundei o útero de Jussara com jatos fortes de esperma… Bombei ainda mais um pouco até sentir o pau amolecendo… Jussara estava ofegante… Quando tirei o pau da sua bocetinha pude ver meu leitinho escorrendo por ela… Me abaixei para pegar meu calção e cueca e a calcinha dela e de relance percebi que alguém se esquivou pelo corredor… Uma daquelas safadinhas estava espiando eu comer a mãe delas… Mas qual das duas seria? Jussara se recompôs, virou-se pra mim e me beijou gostoso… Apertei-a contra meu corpo e sussurrei ao seu ouvido: _Você é uma delicia… Jussara sorriu, pegou sua calcinha da minha mão e foi para o banheiro… Peguei um papel toalha que estava sobre a mesa e limpei meu pau e um pouco de porra que tinha caído no chão da cozinha. Vesti meu calção e caminhei pelo corredor ouvindo o barulho do chuveiro, era Jussara lavando a ppkinha… Parei em frente ao quarto das meninas e procurei algo que pudesse me dizer qual das duas estava espiando… Jocelma, a mais velha, estava toda descoberta, de bruços com o bumbunzão pra cima. Jaqueline, a mais nova toda coberta, inclusive a cabeça. Achei estranho, pois estava muito calor… Acho que tinha descoberto a espiã… A mãe de Jussara chegou por volta de 07h30min para pegar as meninas. Jussara saiu logo em seguida. Enquanto as meninas não “acordavam” fiquei conversando com Dona Arlete. Uma senhora de uns 55 anos, gordinha e muito simpática. Jussara certamente tinha puxado a beleza da mãe, que apesar de um pouco acima do peso era muito atraente. Mas isso é outra história…
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