Amor e sexo em familia – O presente de Alice


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Olá a todos, eu sou xxx18 e gostaria de agradecer aos elogios que venho recebendo, são eles que me motivam a escrever as continuações dessa bela série chamada Amor e sexo em família, a excitante historia dos irmãos Alexandre e Alice. Agora vamos dar continuação.

– Continuando…

Depois do dia do aniversario de Alice, minha tia deixou nossa casa, mas antes combinamos de fazer um encontro de família, com nossos outros tios e primos na antiga casa de praia de nossa família no litoral, que pertencia a nossos avos. Passaríamos o ano novo lá em família.
Mas ainda havia algum tempo até lá, e com a casa mais vazia novamente, retomamos a rotina, principalmente eu e Alice, não só na parte amorosa, mais também nas nossas tardes de prazer, podíamos relaxar mais vendo nossos filmes como de costume, conversar, ter nossos cafés da manha a sós, e todo o resto. Não que foi ruim ter nossa tia em casa, gostamos muito da visita dela, ela é bem legal, mas a nossa rotina de amantes era melhor. Se bem que nesse período em que ela esteve conosco, aconteceu mais coisas entre eu e Alice do que tantos outros meses atrás. Alice me masturbou, se masturbou, eu a vi nua, e cada vez mais Ali se insinuava sexualmente para mim.
Um belo dia semanas depois, uma daquelas noites em que nossa mãe sai com os amigos e eu e Alice aproveitamos, eu a procuro pela casa e não a encontro, até que passo pelo meu quarto e a encontro. Ela estava encima da cama, deitada foleando minhas playboys, então eu digo:
– Oque ta fazendo aqui amor? Pensei que íamos ver um filme em seu quarto.
Ela expressar muita reação e continuar vendo as revistas, então diz:
– Podemos ver aqui hoje, para variar, a cama é menor, ficamos mais juntinhos.
– Se que sabe Ali. Mas pensei que era você que queria uma cama maior para nos.
Ela continua olhando a revista. Sem olhar para mim ela diz:
– Eu queria a cama para o dia em que agente fizer sexo. Não vou perder minha virgindade numa cama qualquer, dura, pequena e que range. Quero transar com você com conforto.
Eu já fico um pouco excitado, e vou sentando na cama e digo olhando para ela e sua indiferença ao olhar para a revista:
– Voce sabe que eu adora quando você fala assim né?
Ela da um gargalhada e depois olhando para mim com cara de deboche e provocação diz:
– Sei, é por isso que eu digo, para de provocar.
Então ela ri mais, e eu digo:
– Eu sabia que você faz de proposito, você é uma safadinha mesmo.
Ela ri e diz, dessa vez olhando para mim:
– Garoto, vou te provocar até o dia chegar. Voce ta doido para me comer né?
Eu fico muito excitado e olhando bem em seus olhos brilhantes digo:
– E como, mas não vou esperar.
– Voce não tem muita escolha não é?
E ela ri mais uma vez, seu sorriso é encantador, ele é jovial e autentico, poucas pessoas tem um sorriso assim, que alegra a alma de quem vê. Eu me apaixono mais a cada sorriso dela. Então para puxar um pouco mais de assunto eu pergunto:
– E oque mais você acha que eu gosto?
– Eu sei que você gosta quando eu prendo o cabelo alto, por que você gosta de ver meu pescoço e de beija-lo, e eu adoro quando você o faz, fico molhadinha, e você adora quando falo isso, quando estou excitada, quando falo da minha boceta, você se encanta em me ver cozinhando, e adora omelete de ervas com pouco queijo.
Essa ultima parte ela diz em tom de brincadeira e da um risinho de canto. Então eu digo:
– Esqueceu de um.
Então ela com cara de safada morde o lábio, e eu a ataco, beijando ela. Realmente ela mordendo o lábio era muito excitante, eu adorava a boca dela, o seu contorno, a sua macies, sua cor rosada e sua espessura, era um de seus atributos mais atraentes. Eu adorava beijar aquela boca, passar a língua em todo o seu lábio, até os beijos mais leves eram super eróticos, graças a sua boca, seu beijo era molhado.
Depois de um tempo nos beijando deitamos um do lado do outro e ela volta a pegar a revista, e então diz:
– Vocês homens adoram mulheres depiladas né?
– É por isso que você se depilou?
Ela da um risinho de canto e diz olhando para a revista:
– Na verdade eu já me depilava antes, mas não tirava tudo, ai as meninas na escola um dia entraram nesse assunto de como vocês gostam de boceta raspada, e um dia também vi essas revistas, então achei que você ia gostar.
Eu então dou selinho em sua bochecha enquanto ela não tira os olhos da revista:
– Eu adorei.
Ela então diz mudando de assunto:
– Nossa que bundona essas mulheres tem, e que coragem de ficar mostrando isso. Nossa eu morreria de vergonha, já quase morri quando você me viu.
– Elas ganham muito para isso. Mas eu sou muito mais você Ali.
E nos começamos a nos beijar, então Ali para e diz:
– Deixa eu ver de novo?
– Oque?
– Oque? Não sei né Alexandre, sua orelha. É seu pau tonto.
Então eu abaixo a bermuda e meu pau estava meia bomba, ela pega e começa o movimento. Vai massageando, subindo e descendo, fazendo leves movimentos giratórios com o pulso, e meu pau vai crescendo, então eu digo:
– Ta ficando boa nisso em, a segunda vez e já melhorou muito.
Ela rindo diz:
– Aprendi truques novos, vi um vídeo pornô esses dias no celular da Aline, ai a Vanessa, aquela loirinha prima do seu colega João Vitor, ela já é mais experiente e disse que esse movimento da mais prazer a vocês, em vez de só subir e descer.
Ela tinha razão, era muito bom. Alias tinha sido com essa Vanessa que eu tinha perdido o BV alguns anos atrás, mas resolvi não comentar com a Alice.
Ela vai punhetando, e meu pau vai ficando cada vez mais duro, ela diz:
– Nossa como que ele ta quente.
– É por que ele te ama.
Ela gargalha e diz:
– É, to vendo, mau encostei nele e ele já estava duro.
Ela então vai acelerando e eu peço:
– Deixa eu te ver?
Ela faz uma carinha de difícil, e diz:
– So um pouco.
Então ela tira o sutiã, e depois abaixa uma das alças de sua regata que era bem larga, deixando um de seus seio a mostra. Então eu fico alisando ele e dou alguns beijinhos em Alice. Ela aumenta a velocidade da punheta e diz:
– So me avisa quando for gozar ta?
– Ta.
Um minuto depois eu percebo que já esta vindo. Então digo:
– Vou gozar Ali.
Ela diz com seriedade:
– Espera, pode gozar em mim para não sujar as cobertas, eu vou tomar banho mesmo.
Então eu fico de joelhos, e começo a punhetar sobre seu abdômen e tórax.
– Só toma cuidado com o meu rosto.
Então eu anuncio que vou gozar e ela para me ajudar coloca a mão em meu saco e massageia de leve, me excitando muito, então jorro 3 jatos de porra em sua blusa, e em seu peito descoberto, ela com uma mão protegendo o rosto, recebe toda minha ejaculação em seu corpo.
– Acabou?
Eu com cara de alivio respondo me jogando para o lado:
– Sim amor. E você? Não quer que eu te ajude?
Ela se levantando diz:
– Não se preocupa amor, já me toquei hoje antes de vir para cá, vou lá tomar banho. Vai também, e depois prepara o filme pra agente ver, que depois eu faço pipoca.
Ela foi para o quarto dela tomar banho, recusou tomar banho comigo, mas eu não levei a mau. Depois que eu termino meu banho vou ao quarto dela e vou até a porta da suíte, e escuto ela gemendo baixinho, fico até feliz por ela, resolvo não atrapalhar e vou preparando o filme, e a pipoca para não dar trabalho a ela depois. Depois que assistimos o filme, ficamos namorando e conversando por um tempo, então dormimos juntos, sem nos preocupar por que trancamos a porta de ambos os quartos e nossa mãe não saberia em qual estávamos, quando chegasse.
Os dias foram se passando rápido, e então chegou o dia de meu aniversario, estava muito feliz, pois estava fazendo 15 anos, uma data muito especial para todo jovem. Alice me acordou do mesmo modo que eu a tinha acordado em seu aniversario, aos beijos, e ala estava com o cabelo preso como eu gostava, tinha preparado um café especial do mesmo modo, ficamos a manha toda nos divertindo, e conversando, junto com nossa mãe. Alice disse que ela prepararia o almoço naquele dia, uma bela de uma massa italiana com molho, disse a minha mãe que queria mimar o irmão. Minha mãe concordou, enquanto Alice cozinhava, minha mãe ficava conversando comigo, fazendo um cafuné de mãe que é muito bom.
Chegando o final da tarde, recebemos alguns amigos e começamos a festejar, nada tão grande como o o de Alice, apenas alguns amigos, Vanessa amiga de Alice e minha primeira garota também veio. Vejo elas cochichando o tempo todo, até me pergunto se Ali descobriria que Vanessa tinha ficado comigo já. A festa vai rolando, os adultos bebendo bastante, minha mãe inclusive, e ela até deixa eu tomar uma dose de tequila na hora do parabéns, mas eu já tinha bebido 3 ou 4 vezes escondido bem antes em minha vida. Depois dos parabéns começa os presentes, meu pai não presente de novo, me envia uma bela camisa social, não sou muito de me vestir assim, mas é bom ter esse tipo de roupa, eu gostei bastante. Minha mãe faz aquelas piadas dela, quando me da um óculos de sol, um aviator que eu sempre quis:
– Esse moleque sempre me encheu para ter um, e sempre fica reclamando que não enxergar sob o sol. Também não vê a luz do dia nunca, só quer saber de filme, vídeo game e computador.
Eu adorei o presente e dou um abraço nela:
– Voce é a melhor mãe do mundo, te amo dona Lidia.
– Sem dona garoto.
Todos gargalham, depois ela me entrega o presente que Alana me enviara. Um novo vídeo game. E minha mãe diz:
– Pronto, agora é que não sai de casa mesmo, nem vai usar o óculos.
Então chega a vez de Alice, que faz um discursinho.
– Para o melhor irmão do mundo, alguém que é muito especial para mim, que eu amo muito, e que adora o meu omelete de ervas.
Eu dou um abraço forte nela olhando em seus olhos e cochicho em seu ouvindo:
– Te amo meu amor.
Então eu digo a todos:
– Realmente o omelete dela é muito bom, vocês precisam provar.
– Eu só faço para o meu maninho querido.
E todos riem enquanto Ali me entrega o presente, um relógio de ponteiro, que ela sabia que eu gostava, muito elegante, gravado atrás: Com amor sua Ali. Minha mãe ainda bem não estranhou a gravação, entendeu como amor de irmãos.
Então todos voltaram a se divertir, a musica tocava, Ali dançava bastante, as vezes se insinuando para mim, as vezes nos beijávamos escondido enquanto íamos ao banheiro. Todos os adultos começaram a ficar bêbados, e Ali os incentivava, principalmente minha mãe.
– Isso dona Lidia, tem que se divertir, você trabalha muito tem que extravasar.
Já chegara a meia noite e todos já bêbados, começaram a ir embora, até chamamos taxi para todos para não irem para casa dirigindo. Minha mãe estava bastante alcoolizada, como nunca a vira, ajudei a levar ela para dentro, e Alice a ajudou a tomar um banho e a colocou na cama.
Então eu já estava no quarto de Alice, para namorarmos um pouco, eu estava um pouco excitado já a noite toda, Alice então grita do banheiro de seu quarto:
– Pera ai Ale, já vou, vamos dormir juntinhos hoje.
Então eu aguardo, ela sai do banheiro de roupão e pergunta se sentando na cama e me beijando:
– Gostou do presente?
– Gostei muito. Voce se arriscou um pouco na gravação mas eu adorei.
– Eu sabia que você ia gostar. Vai amar os outros.
Eu confuso pergunto:
– Tem mais?
– Tem sim.
Ela de pé abre o roupão e mostra seu corpo vestindo uma lingerie preta muito sexy, um baby doll curtíssimo, com uma calcinha rendada com lacinho vermelho. Eu fico louco, encantado, a lingerie valorizou todo seu corpo, suas curvas, toda sua perfeição, contrastando com sua pele branquinha e macia. Meu pau fica duro instantaneamente, e ela diz se aproximando:
– Gostou? Comprei para você.
Eu com cara de bobo apaixonado respondo:
– Gostei muito Ali.
Ela então diz:
– E tem o terceiro: Eu. Hoje eu sou sua Alexandre. Voce esperou paciente por muito tempo, e vai ser hoje. Eu quero transar com você.
Eu paraliso, meu coração dispara, fica extremamente acelerado. Finalmente, era o dia, íamos transar, íamos trepar, íamos foder. O sonho de todo garoto adolescente. Meu dia havia chegado, e eu estava muito feliz, ia ser com a mulher que eu amava, e que me amava, a mulher mais bela do mundo, minha irmã, a mulher da minha vida.
Ela se aproxima e começa a se jogar por cima de mim e eu vou a beijando, ela montada rebolando sobre meu cacete duro como pedra. Ficamos assim por uns 2 ou 3 minutos, até que eu retiro seu baby doll sem nenhuma resistência ou hesitação. Ela por cima de mim, eu coloco as duas mãos em seus peitos e acaricio, e percorro todo seu corpo, agarro forte sua bunda, e ela me beijando muito, com muita ferocidade e erotismo. Então eu a viro, e fico por cima, forçando meu pau sobre sua calcinha, e beijando todo seu corpo, seu pescoço que eu adorava, e ela muito ofegante, começo de leve a beijar seu seio, algo que nunca tinha feito, até sugo e lambo sei mamilo rapidamente enquanto ela fica de olhos fechados ofegando. Então eu vou abaixando e começo a retirar sua calcinha. Percebo ela tremendo um pouco, seu rosto me olhando com um pouco de medo, mais ansiosa. Eu digo:
– Calma amor.
Ela meio que balança a cabeça dizendo que esta tudo bem e diz:
– Esta bem, continua amor.
Eu precisava excita-la mais, ela ainda estava nervosa, é logico era a primeira ver de uma garota, era um rito para elas, ela seria penetrada pela primeira vez. Então eu vou beijando sua barriga e vou abaixando, ela se arrepia toda, então encaro sua boceta e começo a dar leves beijinhos e segui para linguadas leves na entradinha, começo a chupar sua boceta, e ela geme, geme bastante me olhando, e se contorce um pouco. Que sensação maravilhosa é chupar uma boceta, lisinha, rosada, com os pequenos lábios fechadinhos e mau aparecendo, só quando afasto os grandes com os dedos, seu mel era todo meu e eu me deliciava, minha boca e contorno estava todo melado. Eu não tinha experiência alguma com aquilo, mas pelo visto ela estava gostando, porque ela gemia deliciosamente enquanto me olhava e ocasionalmente jogava a cabeça para trás, suas pernas se fechavam em minha cabeça, eu beijava a parte interna de suas coxas e ela se arrepiava toda, enquanto eu acariciava com leveza sua boceta encharcada e muito quente. Então decido que esta na hora, eu vou subindo e já tiro toda a roupa, e começo a beija-la novamente, com seu mel em minha boca, que ela sem se dar conta a chupa por inteiro, seus próprios fluidos vaginais. Então eu olho em seus olhos, ela toda corada, e com um pingo de medo do desconhecido em seus olhos, eu pergunto:
– Ta pronta?
Ela suspirando responde:
– Acho que sim, vai Ale eu sou sua meu amor.
Então eu pego meu pau, e passo em sua entradinha uma, duas, três vezes olhando em seus olhos, ela com cara de excitada e medo ao mesmo tempo. Então eu a penetro, devagarinho e ela vai abrindo a boca, enquanto eu abro sua boceta. Vou forçando e ela muda de olhar, e solta um gemidinho de dor quando rompo seu hímen, seu cabaço. Que sensação inexplicável, penetrar uma mulher, é incrível, o prazer é incontrolável, meu pau pulsa. Chego até o fundo, meu pau todo dentro da boceta de Alice com cara de dor e apertando com força o lençol e eu preocupado pergunto:
– Ta tudo bem?
Ela com carinha de dor responde:
– Sim, so me da uns estantes.
– Calma amor. Vai passar.
Eu aguardo alguns poucos segundos, enquanto sinto meu pau pulsando dentro de Alice, e sua boceta quente me apertando, sinto algo ainda mais quente, levemente escorrendo, imaginei que fosse sangue, mais não me preocupei, sabia que era normal. Começo a beija-la, sua boca seu pescoço e começo a me movimentar ela diz:
– Devagar Ale, por favor.
E eu obedeço, vou lentamente entrando e saindo de leve, pouco movimento na verdade, por quase um minuto, quando seu semblante muda de dor e medo, para prazer. Eu então vou beijando seus peitos, lambendo seu mamilo. Ela suspira, é uma aval pedindo mais. Eu aumento os movimentos, ela segura com força minhas costas, quase me arranhando, enquanto entrelaça as pernas em volta de mim, me dando uma verdadeira chave de boceta como havia prometido. Ela começa a gemer.
– Ah, ah, ah, vai Ale, sou sua. Eu te amo.
Eu beijo sua boca abafando seus gemidos com minha língua invadindo sua boca, nossas línguas dançam sensualmente. Eu então aumento as estocadas, estão mais profundas e rápidas agora. Alice geme muito, mas impossível de nossa mãe em semi coma alcóolico acordar. Alice geme muito:
– Ah, ah, vai Ale, me come, me fode.
Eu enlouqueço com seu pedido, e atendo. Começo a socar com força e velocidade, o som de virilha batendo é muito alto, preenche o quarto todo, e aposto que seria escutado com clareza do corredor e talvez da sala até. Alice agora se limita a quase nem gemer mais, só ofega muito de boca aberta me olhando com cara de prazer. Que cena impagável é a cara de uma mulher sendo fodida. Meu pau deslizava com rapidez por sua boceta muito molhada, era maravilhoso, meu pau estava para explodir de tão duro, parecia maior do que nunca, eu sabia que não ia demorar.
– Alice vou gozar.
Ela com cara de extremo prazer e felicidade diz:
– Goza dentro de mim.
– Mas Ali…
– Pode gozar, eu já cuidei de tudo não se preocupa, pode gozar dentro.
Eu estava preocupado, mas resolvi confiar nela. Dou mais algumas estocadas e ela pede:
– Goza dentro de mim meu amor, ah, ah, eu quero sua porra dentro de mim, goza na minha boceta por favor.
Seu pedido é atendido, com mais algumas estocadas fortes, eu empurro até o fundo, e gozo, gozo com força, inundo a boceta dela com minha porra, jatos e jatos de sêmen, como nunca tinha saído antes. Meu pau pulsou quente dentro dela enquanto que no exato momento em que gozo ela me acompanha, prende meu corpo, arranha minhas costas, seu corpo se contrai e ela geme alto de olhos fechados, com minha pica pulsando e jorrando sêmen em seu útero, sua boceta quente. Eu desabo sobre ela enquanto ela me abraça com ternura, nos beijamos e ambos dizemos: Eu te amo.
Então eu saiu de cima dela depois de trocarmos caricias com meu pau amolecendo dentro dela e de varias juras de amor eterno. Percebo que não saiu muito sangue, apenas um pouco, apenas uma pequenina mancha no lençol, um maior que uma moeda de um real. Eu deito de lado para ela e digo em tom de brincadeira:
– Foi bom para você?
Ela da uma gargalhada tão alta quanto os gemidos anteriores, um riso de garota, sem constrangimento, como se não se importasse em ser sexy, apenas uma gargalhada destrambelhada e deselegante. Então ela diz ainda rindo um pouco:
– Nossa Ale, só você para vim com esses clichês nesse momento. Só falta você ascender um cigarro.
Ela volta a rir e eu fico apaixonado, ela toda vermelha e até meio suada e descabelada rindo. Era a mulher da minha vida. Ela se debruça em meu peito, e eu me sinto homem, tinha acabado de foder finalmente, a mulher da minha vida, a mais linda mulher, minha irmã, com minha porra dentro de si, nua em meus braços. Eu a amava, e dormimos assim, nus e juntinhos por toda a noite.

Continua…

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PéssimoRuimMédioBomExcelente
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