Comendo o cuzinho do menino 2


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Continuacão…

Evandro sempre chegava aos sábados depois das 14h, porem naquele sábado pra minha surpresa 11h escuto o barulho da moto e o portão abrir, eu já estava arrumando o almoço, de repente deu um frio no coração, uma angustia um desespero, o que aconteceu pra ele vir tão cedo?
Passou varias coisas na minha cabeça naquele momento.
Aconteceu alguma coisa Evandro?
Sim aconteceu sim!
O que?
EVANDRO – Hoje meu menino ta virando um homem – (Evandro sempre me chamava de menino, nunca me chamava de Aurélio, ele dizia que Aurélio era nome de livro não de gente, outro detalhe ele achava meu nome feio, porem eu falava que Evandro que era feio e sempre brincávamos com o nosso nome).
Quando ele falou isso meus olhos se encheram de lágrimas e comecei a chorar, pois ele não tinha esquecido do meu aniversário e estava novamente falando comigo com um sorriso no rosto, ele abriu os braços e me deu um forte abraço e disse que era pra eu tampar as panelas, desligar o fogo, que iríamos sair pra almoçar fora pra comemorar meu aniversário.
Evandro me levou na melhor churrascaria da cidade pra almoçarmos, foi muito gostoso, estávamos novamente nos entendendo, nos olhos dele eu via o mesmo carinho que sempre teve comigo.
Depois do almoço ele me disse que queria comprar um bolo e refrigerantes e iria no alojamento chamar os rapazes pra comemorar meu aniversário, porem eu pedi pra não fazer isso, pois eu queria passar meu aniversário sozinho com ele, pois só a presença dele me bastava, era tudo que eu precisava.
Quando fomos pegar o refrigerante ele olhou pra uma garrafa de vinho deu um sorriso e perguntou vai querer um? Nossa que raiva, no sábado anterior eu quase morri de tanto beber vinho, não queria nem saber de vinho nem de bebida alguma que fosse de álcool.
Chegando em casa, fui cortar o bolo, tinha acabado de almoçar mais eu estava tão ansioso, era a primeira vez que eu tinha um bolo de aniversário, nunca antes tinha ganho um, eu estava muito feliz, Evandro sabia me fazer feliz, pois ele conhecia meu coração meu interior.
Quando cortei o bolo ele olhou pra mim sorridente e disse:
Pra quem você vai dar o primeiro pedaço do seu bolo? (Bobo só estava eu e ele em casa), ele estava muito brincalhão naquele dia, parecia um meninão, eu aproveitei tomei coragem e falei, meu primeiro pedaço de bolo vai pro amor da minha vida e estendi os braços com o pedaço de bolo pra ele.
Evandro ficou sem reação, eu olhei pra ele e perguntei você não vai querer ou você não entendeu ? acho que não entendi direito, pode falar de novo!
Sim claro que posso, eu falei que meu primeiro pedaço de bolo é pro amor da minha vida, pra pessoa que eu amo, que sou apaixonado, você Evandro, só você.
Nesse momento ele abriu um sorriso e disse:
Menino, deis da primeira vez em que ti vi naquele campinho lá na sua cidade, eu vi algo diferente em você, não sabia o que era ao certo, sabia apenas que você era diferente dos demais meninos, seu jeito de falar, seu jeito de sorrir, seus cabelos, até sua cor, era diferente dos outros. (eu era bem magro tinha 1.76 e uns 56k branco porem queimado do sol, pois passava a tarde toda jogando pelada com os meninos, meus cabelos eram cacheados, porem queimados do sol, dava um tom de ruivo mais não era ruivo, era castanho mesmo, mais devido eu molhar os cabelos toda hora ficava com aquela aparência)
Respondi – sim eu era um magrelo feio que ficava o dia todo na rua, mais hoje estou melhor, não faço nada, só como bebo e durmo, (eu tinha engordado, não estava gordo mais nesses 7 meses em São Paulo eu estava com um corpão legal, deveria estar quase com uns 70k pois da ultima vez que tinha pesado eu estava com 65k e minhas roupas estavam já ficando apertadas).
Evandro todo sorridente me disse:
Não vai fazer um pedido? Quando se corta o Bolo tem que se fazer um pedido.
Meu Pedido é Você.
Eu quero você Evandro, eu quero beijar você, quero ter você pra mim, somente pra mim Evandro.
Nos abraçamos e começamos a chorar, tanto amor guardado durante esse tempo todo, não sabíamos o que fazer, riamos e chorávamos ao mesmo tempo, tentamos nos beijar, eu nunca tinha beijado e pelo visto acho que ele também não, pois ele mordia meus lábios me abraçava e dizia que nunca mais iríamos brigar, que cuidaríamos um do outro pelo resto de nossas vidas, naquele momento estávamos fazendo juras de amor um ao outro.
O momento tão esperado estava prestes a acontecer, comecei a me despir e Evandro ficou paralisado me olhando, ele estava hipnotizado, em seus olhos via-se um brilho, uma luz, um fogo de desejo, fiquei nu e Evandro nada fazia, só me olhava.
Como Evandro não tomava nenhuma atitude, perguntei o que tinha? Fiz algo errado? Você não ta afim?
EVANDRO – Não é isso não menino, é que não consigo tirar os olhos de ti.
Então me aproximei de Evandro e comecei a desabotoar sua camisa, ele arrepiou por inteiro, depois ajoelhei na sua frente e comecei a tirar suas botas e seu cinto, cada toque meu Evandro suspirava, ele estava muito excitado, então puxei de uma vez só a calça junta como a cueca e pra meu espanto o pau de Evandro bate na barriga e sai todo melado, babando…Nossa eu nunca tinha visto nada parecido, Evandro tinha um pau enorme, eu já havia sentido seu pau duro por cima da calça varias vezes a noite quando dormimos juntos, porem não podia imaginar que era daquele tamanho, o pau de Evandro era torto pro lado direito e enorme, estávamos totalmente despidos e olhávamos admirados um ao outro.
Puxei Evandro pelo braço e levei até a cama, começamos a nos esfregar e abraçar de uma forma frenética e louca um em cima do outro, quando de repente sinto o pau de Evandro a pulsar e sua porra quente sobre minha barriga, nossa quando vi que ele estava gozando meu tesão foi tão grande que comecei a gozar também de tanto prazer, só o fato de estarmos nos esfregando fez com que gozassemos, foi algo muito bom, muito prazeroso do qual jamais irei esquecer, eu e meu amor, juntos pela primeira vez, tão próximos, despidos de todas as formas e entregues ao amor.
Ficamos deitados na cama e perguntei a Evandro porque ele nunca tinha dito nada sobre seu sentimento por mim, ele me disse que tudo aquilo era novidade pra ele também, apesar dele ter o dobro de minha idade, ele não tinha experiência alguma na vida sexual, (isso eu logo imaginei pois ele não falava e nem tocava no assunto sexo, nunca falou de mulher, não mexia com as meninas, Evandro era o típico homem que só trabalhava, nem filme com cenas de sexo ele via, chegou vez deu achar que ele era evangélico ou ex seminarista, pois ele era muito restrito na parte de sexo) outro detalhe era o fato deu ser menor de idade, ele me disse que jamais faria algo comigo eu sendo menor de idade, mesmo me amando.
Percebi o quanto ele era digno , cada atitude dele fazia com que eu mais o admirasse.
Tomamos banho juntos pela primeira vez, tudo era diferente, tocávamos um no outro, estávamos nos conhecendo de uma forma diferente e especial, o fator sexo saberíamos que iria acontecer a qualquer momento, parecíamos dois adolescente descobrindo o sexo, ambos sem muitas experiências, Evandro como sempre muito acatado, queríamos ir mais adiante no entanto não sabíamos como proceder, andávamos pelados pela casa de pau duro e riamos um do outro, era muito engraçado ver aquela rola enorme de Evandro balançando, detalhes (ela não ficava mole) logo imaginei, nossa esse cara deve ser um touro na cama.
Falei pra Evandro que ele seria minha primeira transa, (já ele quando jovem chegou ir na zona do meretrício porem só passou a mão nas meninas e chupou o peito de uma delas mais transar mesmo ele nunca tinha transando), então comecei a pegar na rola de Evandro e masturbar, minha mão não fechava, a rola dele era grossa e dura, ele gemia muito, depois pedi pra ele deitar na cama e comecei a beijar o corpo dele todo, cada toque meu, cada beijo Evandro gemia de tesão e prazer, depois passei minha língua no saco dele e comecei a chupar, Evandro gemia, arrepiava todo e quanto mais ele sentia tesão mais isso me excitava , lambi a cabeça do pau dele, dei vários beijos nele, depois tentei chupar porem o pau dele não cabia na minha boca de tão enorme que era, mais lambia ele e chupava a cabeça dele, senti que Evandro já estava quase gozando, dei um tempo não queria que ele gozasse, queria ir mais adiante, queria ter uma noite de amor completa.
Fiquei deitado por um tempo ao seu lado apenas lhe observando, era muito prazeroso ver a pessoa amada que tanto queremos feliz.
Passados alguns minutos Evandro começou a tomar atitude, pois até então só eu fazia as coisas nele, ele pediu pra que eu deitasse de costas que ele iria fazer uma massagem em mim, foi quando ele pegou um óleo que ele usava no cabelo (tipo óleo de amêndoas ) despejou um pouco em minhas costas, nossa que delicia, as mãos dele eram meio que calejadas, mais dava pra sentir o vigor e sua força em cada toque, com muito carinho ele foi descendo a mão até chegar na minha bunda e depois começou a pegar nela, comecei a gemer de tanto tesão, cada vez que eu gemia mais ele apertava minha bundinha e falava coisas que me deixava louco, em seguida Evandro abriu minha bunda e despejou mais um pouco de óleo bem no meio do meu cuzinho, cheguei a empinar a bunda na hora devido o tesão, então ele começou a passar o dedo bem devagarzinho no meu cuzinho e perguntava pra mim se eu estava gostando.
– Sim estou amando meu amor, ele começa a enfiar um dedo dentro do meu cuzinho, começo a gemer cada vez mais, depois passa a enfiar dois dedos e cada vez mais eu empinava a bunda e gemia de tesão, Evandro ficava louco de tanto tesão, perguntava quer mais? eu só gemia e dizia sim eu quero meu bem, foi quando ele deita por cima de mim e começa e esfregar a rola no meio do meu reguinho, na minha cabeça naquele momento só passava uma coisa, (esse cara vai me partir no meio quando enfiar essa rola dentro de mim) porem eu estava muito excitado, masturbei varias vezes pensando naquele momento e finalmente depois desse tempo todo iríamos fazer amor pela primeira vez.
Evandro pega novamente o óleo, lambuza no pau e começa a forçar a entrado do meu cuzinho, não adiantou nada, não entrava, nesse momento eu começo a ficar tenso e com medo pois cada vez ele forçava mais e nada de entrar, já estava começando a me machucar, Evandro pedia pra eu ficar relaxado senão iria entrar, (mais como ficar relaxado sentindo aquela tora tentando adentrar dentro do meu cu) não teve acordo meu cu não suportava aquela anaconda, tentamos fazer de outra forma, ele pediu pra eu ficar de quatro na cama, porem Evandro era alto e a posição alem de ser desconfortável doía ainda mais pra mim, não deu certo também, tentamos ele ficar deitado na cama e eu tentar sentar em cima, caralho eu não tinha coragem nem a pau de soltar meu corpo em cima daquela tora, e mesmo que eu fizesse me partiria no meio, estávamos sem saber como fazer, Evandro pegou alguns travesseiros e cobertores e fez um montinho e pediu pra eu deitar de barriga pra cima, fiquei tipo frango assado e ele começou a lambuzar o dedo novamente de óleo e enfiar no meu cuzinho, disse-me que naquela posição era mais excitante pois ele via meu rosto, eu também estava mais excitado naquela posição pois também tinha como ver ele, além disso ele enfiava o dedo no meu cuzinho e batia uma punheta ao mesmo tempo pra mim, tava ficando muito gostoso, nisso ele começa a forçar novamente o pau dentro do meu cuzinho e como eu estava relaxado o pau entrou de uma vez e gritei,,,,,,,, (tira, tira, tiraaaaaaaaaaaa) por favor tira isso de dentro de mim não to agüentando, ele pedia pra eu ficar calmo, eu gritava eu to calmo mais tira, ta me machucando por favor tira, quanto mais eu pedia pra tirar mais Evandro sentia tesão, meu pau já estava mole, eu não estava sentindo tesão nenhum, estava sendo regaçado, estourado, praticamente estuprado, naquele instante não sentia nenhuma forma de prazer, tinha sensação de estar sendo literalmente violentado, comecei a implorar para que Evandro parasse com aquilo pois já não estava me satisfazendo, Evandro estava cego, ele não ouvia nada, parecia estar alucinado, eu chorava, sentia tudo estourando dentro de mim e Evandro começou a bombar, cada estocada que ele dava eu sentia dor e desespero, não via a hora daquele homem parar logo com aquilo, sentia as pregas do meu cuzinho totalmente sendo estouradas, ele metia com força, parecia um animal no cio, não escutava nada, eu implorava e pedia pra ele parar pois não estava mais agüentando, só escutava ele falar, você é meu, só meu, esse cu é só meu e pedia pra mim dizer que sim, eu respondia é seu sim, mais tira Evandro, por favor tira, de repente ele anuncia o gozo, gritei goza vai goza logo, foi quando senti um jato quente de porra encher meu cuzinho, finalmente ele tinha gozado, eu sentia um sensação de alivio, porem ele queria que eu gozasse mais eu não estava com nenhum tesão, meu pau estava mole, estava todo estourado por dentro e só pensava no estrago que Evandro tinha feito no meu cuzinho.
Quando Evandro tirou o pau de dentro de mim, saiu um monte de porra misturada com sangue, corri pro banheiro, começou a me dar cólicas e Evandro ficou preocupado com minha situação, eu sentia pontadas de cólicas e começamos a ficar desesperados, como chegar no pronto socorro e falar o que? Não sabíamos o que fazer, Evandro foi na farmácia comprar um remédio pra cólica e o rapaz indicou lisador, o rapaz indicou 30 gotas porem eu tomei 50, meu cu estava todo inchado, Evandro tinha me regaçado, depois de uns 40 minutos a dor foi aliviando mais meu cu ardia muito, como tomei 50 gotas de remédio deu uma certa moleza e acabei dormindo, acordei nos braços de Evandro.
Jamais esquecerei aquele dia, muito amor, prazer, dor, alegria, todos os sentimentos misturados em 1 (um) único dia, acordei nos braços do meu amor, ele se sentia mal e culpado, tipo estava arrependido, eu ainda sentia bastante dor, mais não culpava ele por nada, apenas nos empolgamos e abusamos dos prazeres que o sexo proporciona.
No domingo fui mimado pelo meu amor, ele não sabia o que fazer pra me agradar, eu estava bem, só sentia muito ardor e tinha outro detalhe, estava com medo de usar o banheiro, medo de sair sangue, com o passar dos dias fui melhorando, usei banheiro, saiu sangue algumas vezes mais depois normalizou, demoramos uns 10 dias pra fazer sexo com penetração novamente, estávamos vivendo felizes e contentes, Evandro fazia juras de amor, eu sentia a pessoa mais amada e protegida.
Novembro tristeza, estava no fim da safra da cana, Evandro tinha prometido pra meus pais que voltaríamos no final da safra, eu queria muito rever minha família, mais não queria ficar separado de Evandro, vivíamos um pro outro e o fato de ficar separado dele me dava angustia, dor, desespero, as vezes Evandro demorava pra chegar, eu já estava no portão esperando por ele todo preocupado, e como ficar separado dele dias, semanas, talvez meses.
Evandro era acostumado a vender tudo quando acabava a safra, a família dele morava em Belo Horizonte MG, tínhamos combinados de passar o final de ano cada um com sua família e depois em janeiro ele viria me buscar pra passarmos férias juntos no Rio de Janeiro, sempre foi meu sonho conhecer o Rio de Janeiro. Foi muito bom rever meus Pais, irmãos e amigos, Evandro foi comigo na 25 de março e compramos um monte de lembranças, ele me dava dinheiro pra eu comprar as coisas que eu queria e de certa forma eu não gastava tudo, sempre guardava um pouco, tínhamos feitos vários planos, começo de janeiro ele voltaria e viajaríamos.
Chegamos na minha cidade no começo do mês de dezembro, meus pais estavam muito felizes e tinham muito apreço por Evandro, eles não desconfiaram de nada, apenas que Evandro era meu patrão, ele me deixou com meus pais e combinamos que iria falar pro meus pais que em janeiro ele viria me buscar pra eu trabalhar com ele em roças do Paraná até começar a safra da cana.
A despedida foi triste, quando o ônibus partiu, senti um vazio, prometemos que não deixaríamos de pensar um só minuto um no outro.
Natal ano novo, pela primeira vez não via a hora de passar logo essas datas, o que eu mais queria era que janeiro chegasse logo, contava os dias, as horas, pensava em Evandro toda hora, ficava imaginar o que ele estava fazendo naquele momento? Será que estava pensando em mim também? Já tinha tudo planejado na minha cabeça o que falaria quando encontrasse ele novamente, planejado nossas férias, nossas vidas, nosso futuro, não queria nunca mais ficar longe dele.
Finalmente janeiro chegou, Evandro tinha combinado de vir me buscar entre o dia 05 ao dia 10 de janeiro, estava vivendo dias de muita ansiedade e tensão, cada dia que passava aguardava Evandro bater na porta da minha casa e falar vamos menino! vim te buscar, estava com as coisas todas arrumadas, só falava na minha viagem, cada 10 palavras que saia da minha boca 09 era a respeito da minha viagem, as vezes os meninos me chamavam pra sair eu não queria, ficava na espera de Evandro chegar em casa.
10 de janeiro de 1996, acordei cedo, mal dormi a noite, hoje ele vem, só passava isso na minha cabeça, no dia anterior já tinha despedido dos amigos a expectativa era grande, minha vontade era quando Evandro chegar pular em seus braços abraçar, beijar, mais sabia que tinha que me conter, não quis almoçar direito, queria sair pra comer junto com Evandro, tarde chegou foi escurecendo e nada dele chegar, passei a noite na porta de casa esperando, depois fui pra rodoviária pedir informações a respeito de ônibus que vinha de Belo Horizonte, ao ser informado que não chegaria mais nenhum fiquei triste mais ainda assim esperançoso de que Evandro a qualquer momento chegaria.
Noite mal dormida, não almocei novamente, nada de Evandro, nenhuma noticia, mais um dia se foi, os dias foram passando e nada de Evandro, 1 semana, 1 mês dois meses e nada, resolvi em março ir pra São Paulo na cidade onde estávamos morando pra ver se ele apareceu por lá, porem nenhum contato, fui até a usina onde ele prestava serviço e nenhuma informação dele, ninguém sabia dele, nem endereço da cidade onde ele morava o pessoal do escritório tinha.
Chegou o fim de abril fui admitido na usina, mal conseguia trabalhar, levava no peito um vazio e uma dor insuportável de magoas, tristeza, nada de noticias, eu não tinha o endereço da casa dele, Belo Horizonte é enorme como procurar uma pessoa apenas pelo nome? O que aconteceu com ele? Até hoje não sei.
Nunca mais me relacionei com pessoa alguma, fui algumas vezes em Belo Horizonte a procura de noticias, porem difícil achar Evandro dos santos, tem vários Evandro dos santos, procurei nos cemitérios, nos livros de falecimento, procurei em tudo quanto é lugar mais até hoje não achei nada, simplesmente sumiu, desapareceu juntamente com os meus sonhos.
Tem duas musicas que não posso ouvir até hoje que choro, uma é (rap da alegria), cantava muito em 1995 essa musica e quando Evandro ia trabalhar eu ligava o radio e ficava cantando o dia todo – “o que eu quero é ser feliz, viver tranquilamente ,,,,,,,,” era tão pouco o que eu queria, depois de algum tempo Bruno é Marrone gravou “Se não tivesse ido” ( eu pensei que nunca ia te perder, mais tudo que vejo faz lembrar você,,,,,,,,) são 16 anos sem noticias, sem qualquer informação, hoje me dedico apenas ao meu trabalho, estudei, posso dizer que venci, porem nunca mais me relacionei com ninguém, nem mulher nem homem, minha vida parou.
Sei que minha historia é grande, gostaria de poder editar, mudar o final mais isso estou tentando a 16 anos.