Dando de mamar aos filhotinhos


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Olá! Meu nome é Marnie (fictício) e estou aqui para contar uma série de contos, sendo alguns verdadeiros, que é o caso deste.
Tenho 24 anos, tenho cabelos castanhos claros, a mesma cor dos olhos e de corpo possuo coxas grossas, seios de médio para pequenos e meu bumbum. sim, chama a atenção dos homens. Mas eu gosto mesmo é de transar com mulheres. Não sou alta: 1,65 m. Tenho uma namorada que mora em outra cidade e em geral a gente se vê fins de semana. Com muito sexo é claro. Minha companheira diária mesmo é a Miusha, uma dog da raça japonesa Shiba Inu.
Queria que Miusha tivesse filhotinhos com pedigree, então conheci alguém com um macho da mesma raça e, alguns meses depois, Miusha deu cria a quatro filhotinhos (três machos e uma fêmea).
Cerca de um mês depois, meio deitada no sofá, vendo TV e trabalhando com o laptop enquanto tomava um iogurte e com Miusha e seus bebês na cestinha no chão, um deles estava chorando muito. Peguei-o, fiz um carinho e o coloquei entre minhas coxas. Estava só de calcinha e camiseta. Pois o safadinho, sentindo o cheirinho da minha xota, botou o focinho ali e começou a fungar por sobre o tecido da calcinha e com a boquinha querendo explorar minha racha.
— Seu danadinho! Tá querendo mamar é? — Nunca havia tido qualquer experiência com bichos, mas confesso que vendo aquela boquinha faminta ali na bucetinha, o tesão começou a pintar.
Tirei o laptop da barriga, afastei o filhotinho e tirei a calcinha.
— Quer mamar né? Vamos ver se você mama gostoso.
Dobrei a perna esquerda apoiando-a no encosto do sofá deixando a direita meio esticada, peguei o bebê faminto de Miusha e coloquei ele buceta. Ele fuçou em meus pelos e como tenho o grelo um pouco saliente logo achou o que estava querendo: mamar. Foi como um choque elétrico de prazer pelo corpo todo. Fiquei tão surpresa que puxei ele de volta. Ele grudou de tal modo no grelo que fez até aquele barulhinho de sucção da boquinha desprendendo.
— Minha nossa! Tá com fome mesmo, hein?
Fiquei segurando ele pela sua barriguinha enquanto o danadinho gemia na ânsia de mamar mais.
Aí comecei a brincar com ele. Aproximava ele do grelo, ele se esticava todo para abocanhar e então afastava. Fiz isso algumas vezes e o pobrezinho ficava chorando toda vez que eu afastava.
— Oh, neném tá com fominha!
Com a colher depositei e espalhei um pouco de iogurte no grelo, peguei uma almofadinha, coloquei entre as coxas e depositei ele ali. Com os dedos da mão esquerda afastei os pelos da xaninha pra dar livre acesso a “tetinha” que ele tanto queria.
O safadinho foi direto ali. Ainda mais com iogurte. Minha nossa meninas! Experimentem fazer isso. Mas tem que ser quando eles são bem novinhos, porque então eles não lambem. Mamam mesmo, usando a boquinha de forma gulosa como se fosse uma bombinha de sucção. E se você tiver o grelinho um pouco saliente, melhor ainda.
Em meus 24 anos até então, nunca havia gozado tanto e tão gostoso em minha vida.
Ficava dizendo um monte de besteiras: — Isso neném, mama! Mama gostoso o leitinho! Assim!
— Vou alimentar vocês todos os dias. Essa buceta vai dar de mamar bem gostoso.
E assim foi durante algum tempo. Durante a semana de três a quatro vezes me satisfazia em suas boquinhas. A femeazinha era a mais especial. Assim que chegava já vinha toda alegre e começava a lamber meus pés querendo mamar. Tanto que a chamava de Chupetinha.
— Chupetinha! Quer buceta de novo?
Tirava a roupa, sentava na cama e ela ficava chorando querendo subir. Não tinha jeito, subia ela, arreganhava as coxas e a botava pra mamar.
Nos fins de semana Liane, minha namorada chegava. No primeiro fim de semana não falei nada a ela, mas no seguinte, resolvi mostrar meu passatempo com os filhotes de Miusha.
A princípio Liane achou loucura, mas quando coloquei iogurte em seu grelo e um filhotinho ali, achou a loucura o máximo.
E começamos a nos divertir também assim. Pegávamos dois, íamos pra cama, colocávamos para mamar nossas bucetas, enquanto ficávamos nos beijos e carícias.
Quando ficaram maiorezinhos, dois eu vendi e dois eu dei.
Foi então que percebi que queria prolongar essa minha tara, meu fetiche, mas a um nível diferente.
Sim, percebi que apesar de me satisfazer com Liane, gostava da forma como fantasiava o prazer com os filhotes de Miusha. Mas eu não queria mais com filhotinhos. Fantasiava encontrar alguém (do sexo feminino) em substituição aos filhotes. Uma menina com personalidade dócil, carente, submissa e com a fantasia de ser minha puppy, dando-me prazer com sua boquinha. Em troca eu daria minha xoxota para ela mamar.
Essa era a minha fantasia, ter a minha menina e dar de mamar a ela… pela buceta.
E eis que um dia a oportunidade surgiu, e da forma mais inesperada possível: Marcelinha, minha sobrinha.
Conto na próxima.