Meu nome é Sandra, putinha desde novinha – Início


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Meu nome é Sandra, tenho 29 anos, gostaria de contar contos meus e de outras pessoas, contos reais com inclusão de fatos fictícios para deixa-lo muito mais excitante, portanto, aguardo muitos comentários de todos vocês, adoro!!!, mande suas aventuras vividas para mim, quem sabe me inspiro e envio seu conto, me envie para o email abaixo:

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Quem quiser me conhecer melhor, confira o conto “Apresentação” que eu publiquei.

Minha mãe morava com seus pais (meus avós), no interior de São Paulo, “Bragança Paulista” em um bairro bem afastado, moravam em um sítio, todo final de semana vinha um carro com algumas pessoas buscar minha mãe para curtirem na cidade, foi assim que minha mãe acabou engravidando “de mim” com 23 anos.

Foi a pior decepção para meus avós na época, mas acabaram aceitando, assim nasci e cresci sem pai, sendo cuidada pelos meus avós, pois depois que minha mãe me teve, ela largou a bagunça, arrumou um emprego em um mercadinho da cidade e tinha que trabalhar de Domingo à Domingo, e eu ficava a maior parte do tempo com meus avós.

Desde criança era bem curiosa e espertinha, sentia um fogo na xaninha e vivia acariciando ela, com seis aninhos, meu avô sempre me pegava no colo, sentia aquela coisa dura no meu bumbum e via que ele adorava, ele pegava na minha cinturinha e falava olha o cavalinho, e achava aquilo divertido, até ouvir meu vô gemendo baixinho:
– ahh que delicia, pronto minha netinha linda, vai brincar.

Nisso ele me tirava do colo dele e saia para brincar, naquela época não sabia de nada, mas hoje sei que meu avô safado, me pegava no colinho, se masturbava comigo fazendo cavalinho nele e gozava tudo na cueca, pois sempre depois ele ia tomar banho.

Nisso era todo dia, sempre quando minha avó não estava por perto brincava com ele e ficava cada vez mais curiosa, com sete aninhos ele ja me colocava no colo e já levava um dedinho na minha xaninha ou por cima da calcinha quando estava de vestidinho e ficava esfregando, eu achava uma delícia, mas era bem rápido “ele rapidamente gozava na cueca” e já mandava eu ir brincar me tirando do colo dele.

Assim ele ia conversando comigo e me ensinando, falava que nossas brincadeiras seria um segredo, pois minha mãe e minha avó iriam odiar ele se soubessem que fazíamos estas coisas, pois isso era errado e ele poderia ir até preso, assim completei oito aninhos e já sabia que meu avô sentia algo mais forte por mim, eu adorava sentar no colinho e sentir aquele negocio duro no meu bumbum e sentir aquela mão na minha bucetinha, mesmo sendo por cima da roupa, mas era uma sensação muito gostosa.
Assim eu era bem comportadinha quando minha mãe ou avó estavam por pertos e quando ficava sozinha já ia pro colinho do meu vovô brincar e deixar ele feliz, rss, até que comecei ir mais além e perguntar para meu avô o que era aquilo que ficava duro e porque ficava duro, nisso ele ia me ensinando, falando que nunca poderia conversar estas coisas com ninguém que me ensinaria tudo.

Foi então que em uma sexta feira, minha mãe precisou sair com a minha avó até o banco e fiquei sozinha com meu vovô, ele veio com um monte de roupas novas que tinha comprado pra mim, e mandava eu experimentar, shortinhos apertadinho, aí meu avô falou para quando minha mãe chegar falar pra ele que eu que tinha pedido roupas curtas para usar igual as mulheres mais velhas, essas coisas de crianças.

Nisso pela primeira vez vi meu avô de cueca, e vi aquela cobra dobrada dentro dela, ele sentou no banco e falou:
– Vem pro meu colo princesa, senta no colo do vovô

Fui correndo e sentei ele pegou na minha cinturinha e começou fazer cavalinho, e novamente ele falou que não podia falar pra ninguém, então falei:
– Eu sei vovô, o sr. vai me ensinar tudo hoje como tinha falado;
– Sim minha princesa, o vovô vai ensinar tudinho pra você;

Assim fiquei muito feliz, ele segurando minha cintura com aquela respiração ofegante:
– Ta sentindo minha linda isso duro no seu bumbum;
– Sim vovô, tá bem duro;
– Que delícia princesa, o vovô adora isso, que delícia;
– Porque fica duro vovô, eu posso vê como ele é?;
– Sim minha linda, o vovô vai te mostrar ele hoje e te ensinar como brincar com ele;

Nisso fiquei muito feliz e não via a hora, logo o vovô me tirou do colo dele e me colocou do lado direito dele, colocou pra fora, acariciou minha cabeça:
– Gatinha do vovô, pega do pau do vovô, pode pegar meu amor;
– Tá bom vovô, com um lindo sorriso no rosto;

Nisso dei uma apertadinha e meu vó já abrindo minha mãozinha ensinando:
– Segura assim meu anjo, e vai mexendo assim

Ele com a mão dele por cima da dele punhetando o pau dele e gemendo muito, meu avô estava sentindo um enorme tesão:
– Tenta sozinha meu anjo, isso princesa do vovô, que delícia meu amor;
– Assim vovô, nossa ele ta ficando mais duro e grande;
– É que o vovô está adorando, o nome disso é bater uma;

Nisso dei risada e estava adorando tudo aquilo até que meu avô começou esfregar minha bucetinha também, mas dessa vez ele levantou o vestidinho colocou minha calcinha de lado e cuspiu no dedo, achei aquilo maravilhoso, uma delícia.

Nisso o vovô começa a gemer alto, mais rápido putinha, sorri com aquilo e comecei ir mais rápido aí começou a sair aquele negocio branco do pau dele e ele já gritou não tira a mão, pois já ia tirar a mão pois havia me assustado, fiquei curiosa ele falou que aquilo era vitamina que eu precisava aprender a tomar pois quando fosse namorar, os namorados adoram que a namorada toma tudinho.
Nisso meu avô bem safado ja fala:
– experimenta um pouco meu anjo, lambe um pouco a mãozinha;
– credo vovô, é salgado, ruim, não gostei;
– é normal meu amor, precisa tomar bastante para acostumar;

Assim foi meu primeiro contato direto que tive com um pau, e maravilhada por ter sido com o pau do meu avô que tanto amava (descanse em paz), com oito aninhos já estava cada vez mais esperta e cada vez mais safadinha.

Continua…