Meu querido aluno


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Essa é uma história real, com eventos e pessoas reais, e desde já me perdoe pelos erros.
Eu tinha dezessete anos quando comecei a faculdade de matemática, havia acabado de concluir o ensino médio em uma escola particular.
No primeiro termo da faculdade fui convidado pela Diretoria de ensino da cidade para assumir uma sala de aula, eles me dariam todo suporte. Não demorou muito e ali estava eu, tremendo em frente a uma sala de quarenta alunos do primeiro colegial. Devido a idade aproximada fui bem recebido pela galera. Absolutamente todos os alunos gostavam de mim, porem tinha meus favoritos.
Um em especial era Marcelo, ele tinha quatorze anos quando nos conhecemos, e cursava o nono ano do ensino fundamental. Marcelo e eu nos tornamos grandes amigos, sempre estávamos juntos, na hora do intervalo, depois da aula, marcelo era um garoto bonito, loirinho de olhos castanhos escuros, com o corpo bem escupido, não daquele tipo rato de academia, mas era bem natural pra idade. Comecei a me apaixonar por ele. Nossa relação professor/aluno estava passando da linha do aceitável e conversei com Rosana (diretora de ensino) para que me removesse de escola.
Dois anos se passaram e fui convidado para assumir uma sala de aula no Centro de Ressocialização (CR), antiga fundação casa que mantinha em regime fechado os memores infratores. Seria bom para meu curriculum além de receber um bônus de periculosidade (quem trabalha no meio letivo sabe do que estou falando).
Meu primeiro dia foi bem tranquilo, como sempre fui bem recebido pelos anos, já tinha dezenove anos e estava mais maduro. Ao final do expediente ouso uma voz conhecida me chamando e me viro
– Professor Be? Quanto tempo.
Minhas pernas falham, era Marcelo, meu menino. Conversamos por horas e descubro que ele havia se envolvido com drogas e foi preso por um ano, já estava para sair, porém teria que ficar na rua, seu pai não o queria mais em casa.
Saio do CR meio transtornado e vou para casa, naquele dia não consegui ir para a faculdade, resolvi tomar uma decisão.
Fui para casa do pai de Marcelo e me apresentei como advogado do conselho tutelar, o pai dele disse que não queria mais saber do garoto e que iria matá lo caso aparecesse em sua porta.
Fui atrás de vários advogados, para saber o que eu poderia fazer em relação a Marcelo. Me disseram que eu podia pegar sua guarda pois ele ainda era de menor, como já tinha uma boa situação financeira e morava sozinho levei os papéis para o pai do menino assinar, em alguns dias Marcelo estava morando comigo.
No comecei foi muito difícil, não queria tentar nada sexual com ele, eu o amava e prometi a mim mesmo que iria dar toda estrutura para que ele tivesse um futuro.
Certo dia acordo com barulho de coisas caindo, me levanto e vejo Marcelo bêbado na porta da cozinha, pego em seu braço e o levo até o banheiro, tiro sua roupa e coloco em baixo do chuveiro, ele estava excitado com alguma coisa, talvez tinha sido a bebedeira, mas ver aquele menino de dezesseis anos nu em minha frente mexeu comigo de uma tal maneira que precisei deixá lo ali em baixo da água para se recuperar e me tranquei em meu quarto.
Me masturbei como nunca havia feito na minha vida. Mas logo depois senti nojo de mim mesmo, apesar de sermos apenas três anos de diferença me sentia um porco.
Alguns dias se passaram desde este episódio, nossa relação era de amizade e cumplicidade, ficavamos horas falando de garotas, gostávamos dos mesmos filmes e séries, amávamos video game e histórias em quadrinhos. Viviamos como irmãos.
Então novamente pego Marcelo chegando bêbado em casa, porém, dessa vez foi diferente, quando fui levá lo para o banheirl ele me abraça e me beija dizendo:
– Vamos professor, eu sei que você quer, eu também quero.
O medo tomou conta de mim, me desvencilhei dele e corri para meu quarto e tranquei a porta.
Acordo no outro dia atrasado para o trabalho e Marcelo estava dormindo encostado na porta do meu quarto, o pego sem jeito em meus braços (sou um pouco maior que ele e mais forte) e o levo para cama, o cheiro de bebida era muito forte.
Deixo um bilhete na cabeceira da cama:
"Precisamos conversar quando chegar da faculdade, por favor, não saia"
O dia passou lentamente até a noite, quando chego por volta das vinte e três horas Marcelo estava me esperando com uma mesa de jantar preparada com lasanha e frango assado.
– Você quem fez? – pergunto sorrindo.
– Esta duvidando dos meus dotes culinários professor?
– Já disse para não me chamar assim aqui Marcelo.
– Esta bem, desculpe, senta ai, você queria conversar…
– Você sabe o quanto gosto de você – começo – mas não está dando certo, suas baladas, chega aqui bêbado igual um porco e…
– Você nunca disse que se incomodava.
– Me incomoda ver você acabando com a sua vida, eu…
– Você? – diz se levantando e caminhando até mim – não pare agora, preciso que me diga.
– Isso é errado em altoa níveis meu pequeno – falo deixando escorrer uma lágrima.
Ele coloca a mão em meu rosto o secando e me beijando em seguida.
– Eu te amo professor…
Não me aguento e começo a tirar nossas roupas com sofreguidão.
– Eu sabia que você queria – diz Marcelo sorrindo enquando abre meu zíper.
Pego o no colo como havia feito naquela manhã, mas nosso destino era meu quarto, Marcelo me chupa como se a vida dele dependesse daquilo, eu gemia e pedia mais. O coloco onde eu estava e começo um meia nove, queria dar a ele todo o prazer que ele me dava. Após alguns minutos o chupando dedilho de cuzinho com amor, o chupo ali e ele geme implorando para que eu nao pare.
O coloco de frango assado e o beijo, não precisava de pressa para a penetração, queria que aquele momento fosse mágico, queria vê lo implorando pelo meu membro de dezenove centímetros em seu reto, coisa que não demorou muito a acontecer.
– Por favor professor, mete, tira minha virgindade.
– Você é virgem? – pergunto sorrindo enquanto forço a entrada devagar, ele gemia de dor e prazer.
Deixo com que se acostume com meu pau ali totalmente encaixado enquanto o beijo, Marcelo não parava de implorar por mais.
Estava estocando com violência, tudo o que sentia era prazer, já não me importava com nada, era apenas nós dois ali, um completando o outro.
Trocamos de posição e Marcelo senta em mim enquanto nos beijamos, estávamos suando, mas queriamos estar mais grudados, queríamos ser uma só carne, estávamos com fome um do outro.
Marcelo pede para acelerar a penetração que ele iria gozar, faço como pedia e gozamos juntos, nos jogamos na cama exaustos, mas realizados.
– Be – diz se arrastando até mim – obrigado por tudo o que fez por mim.
– Eu sempre te amei cara – digo sorrindo – desde que te vi pela primeira vez.
Tomamos banho juntos, sempre nos beijando e nos amando.
– A próxima tranza – diz Marcelo sorrindo – é a minha vez.

(CONTINUA…)

Galera, desculpa o tamanho do conto, mas como é real, preciso contar os detalhes para que entendam o andamento da história, cada fato é muito importante. E o seu comentário vale muito pra mim, desde já. obrigado.