As Japinhas Gêmeas – Parte 2


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Continuação

Após o almoço, procurei terminar umas três cervejas que me restavam e fiquei no whatsapp, tentando trazer para meu apartamento alguma bucetinha.
Eis que a Thayane, uma gostosinha de 18 aninhos, baixinha, moreninha do bumbum arrebitado e seios medianos e deliciosos que eu vinha comendo desde os 17 aninhos se coloca a minha disposição.
Desci, peguei o carro e fui pega-la próximo a sua casa.
Beijos, amassos, a deito na cama, tiro sua roupa, tiro a minha roupa, começo a chupa-la.
Bucetinha pequena, lisinha, que já tinha comido dezenas de vezes. Porém, outros também.
Faço um 69 gostoso com ela, abro seu cuzinho que tantas vezes comi e meto a lingua lá, penetro fundo e ela geme baixinho, enfio um dedo e ela suspira alto, coloco mais um dedo e ela sente uma dor que a incomoda.

Retiro o dedo do seu cuzinho e começo a chupar sua buceta que está super molhadinha e quentinha. Thayane tem a buceta lisinha, pequena, os lábios vaginais praticamente inexistem de tão pequena que é. Ela me chupa, sempre gostou disso, diz que minha pica é uma delicia, que adora sentir ela todinha dentro de sua xaninha. Sinto ela gozar em minha boca, ela urra de prazer, faço um movimento pra ela engolir mais a minha rola

– Seu louco, quer me sufocar é? Você sabe que não consigo colocar toda na boca.
– Desculpe amor. Coloque até onde der, tá?

Ela continua a me chupar e fico passando a lingua e enfiando dois dedos em sua buceta e o dedinho mindinho em seu cuzinho.
Thayane está urrando de prazer.

Repentinamente, lembrei das gêmeas japonesas. Da beleza oriental que tornam tão atraentes aquelas duas menininhas.
Esqueço que é a Thayane que está me chupando e imagino ser chupado por uma, enquanto chupo a outra.

– Amor, vem por cima. Senta no meu pau!!!
Thayane abre suas perninhas e vejo aquela bucetinha ir engolindo meu pau enquanto ela faz uma expressão de dor. Ela dá uma paradinha. Respira um pouco e continua a descer. Sua buceta é muito apertadinha e esse ritual de cautela quando ela vem por cima sempre existiu.

– Ai amor, estava com muita saudade dessa pica.
– Isso amor, cavalga bem devagarzinho ai. Me faz gostar gostoso com essa sua bucetinha.

Thayane começa a cavalgar, fecho os olhos e imagino uma das japinhas em cima de mim. Abro suas nadegas e enfio um dedo no cuzinho dela. Ela novamente urra de prazer.
Eu imagino apenas fudendo uma japinha e enfiando o dedinho no cu da outra. Fico quase todo o tempo com os olhos fechados, quero fuder gostoso as japonesinhas, digo, a Thayane.

Tiro o pau da bucetinha da thayane. Coloco ela de ladinho. Enfio em sua bucetinha super melada e começo a bombar gostoso.
Ter batido uma punheta em homenagem as japinhas e a cerveja consumida me fazem demorar a gozar.

Saio da cama e trago Thayane de quatro a beirada. Abro suas perninhas e fico roçando o pau na entrada de sua buceta e no reguinho, relando a cabeça na entrada do seu cuzinho.
De forma bruta, meto tudo de uma vez.
– Ai, filho da puta, devagar amor. Quer me matar. Vai me machucar assim!
– Desculpe, amorzinho. Vou meter devagarzinho e bem gostoso.
O que mais me encanta é que Thayane é uma guria que sabe ficar de quatro. Um quatro que todo homem que se preza adora, porque praticamente a rola chega no útero da mulher que sabe o que é dar nessa posição.
– Thayane você está muito apertadinha amor. Caralho. Que delicia!
– Continua, amor! Continua, amor! Vou gozar de novo! Ahhhhhh….

Aumento o movimento e vejo a minha gatinha expressar mais um orgasmo, enquanto meu pau ia e voltava no útero dela.
Tiro meu pau que está com uma barra de ferro.
– Chupa teu gozo que ficou no meu pau amor.
Thayane chupa sem frescura.
– Amor, coloca ele todo na sua boca. Deixa ele molhadinho. Quero fuder bem gostoso seu cuzinho.
Thayane apenas chupa por uns dois minutos, sua lingua vai em minha virilha, ela coloca as bolas na boca, volta pro pau e fica massageando minhas bolas bem gostoso.
Mas cadê a vontade de gozar?

Peço pra Thayane ficar de quatro e minha imaginação me faz ver uma bundinha oriental de 10, 11, 12 aninhos na minha frente. Roço meu pau novamente na bucetinha de Thayane que está hiper molhada. Meto um pouquinho na buceta, ela geme.
– Amor, abre um pouquinho suas nádegas, quero meter no seu cuzinho bem gostoso.
– Aiiii amor, não tá entrando. Tá doendo muito. Não estou aguentando. Pega o lubrificante por favor.
Tenho um lubrificante vagabundo que a propria Thayane sugeriu que eu comprasse após ela sofrer quando fizemos anal pela primeira vez.
Passei no pau e untei seu cuzinho empurrando com o dedo. Thayane suspira, sabendo que seu cuzinho será arrombado.
Enquanto vou metendo, fecho os olhos e imagino uma das japonesinhas.
– Devagar, amor. Está me machucando! Aiiii…
Abro os olhos e vejo que meu pau entrou um pouco mais da metade no cuzinho da minha gatinha, dou uma segurada.
– Tá doendo amor?
– Deixa assim, um pouco. Não faz nada. Tá uma dor do caralho!
– Imóvel fecho os olhos e sonho com a bundinha de uma das japonesinhas, bundinha que vi na piscina, cheiinha e durinha.
Começo a bombar o cuzinho da minha japonesinha, não era mais a Thayane, era uma das irmãs que estava ali.
Meu saco se encontra com as nadegas dela, bombo de forma bruta, rapidamente, aperto sua cintura.
– Caaaaaalmmaaaa, Caralhoooooo!!! Tá me machucando.
Diminuo o ritmo. Thayane parece agradecer, mas em nenhum momento pede para eu tirar o pau.
Tiro o meu pau bem devagar e vem aquele tradicional cheirinho de merda. Olho pro meu e sinto um alivio. Ele não está sujo de merda…ainda !!!
Deito na cama e peço pra Thayane sentar no meu, porém de frente e no cuzinho.
Essa posição ela sempre detestou, pois dizia sentir enorme dor. Pega o lubrificante e coloca no cuzinho e no meu pau.
Ela se ajeita e vai descendo com todo o cuidado do mundo, cada centímetro que entra é uma expressão de dor cada vez mais forte. Fecho os olhos e é numa das gemêas que estou metendo.
-Ai caralho…dói demais. Meu cu arde muito, amor!
– Calma, amor! Não vou me mexer. Só você se mexe!
– Aiii não consigo mais! Dói muito nessa posição!!

Thayane toda chorosa percebe que ainda falta um pouco pra entrar todo o pau. Ela sabe que seu cuzinho fica todo arrombado comigo.
Fecho o olho novamente e começo a fazer um movimento de vai e vem bem devagar. Ela não reclama. É num cuzinho adolescentico que estou metendo reproduz minha imaginação.
Cheirinho de cocô novamente, agora mais forte e eu continuo a meter. Sinto meu pau quente. Sei que ela está cagando no meu pau. Ela só geme. A japonesinha fugiu do meu pensamento.
Aumento o ritmo para gozar logo. Volto a pensar nas gêmeas
– Amooorrr, vou gozar minha putinha!!!
– Goza, Goza,…
– Isso, minha putinha! Está gostoso demais!! To gozando, Thay!!! To gozando, caralhooooo!!!!

Encho o cuzinho de Thayane de porra. Só não foi mais porque aquela punheta da manhã quase esvaziou meu armazenamento de esperma.
Tirou o pau e adivinhem…vejo aquela coisa da cor de nutella em meu pau. Era uma quantidade federal de cocô que deixou o quarto fedendo.
Thayane já habituada a situação, mas sempre constrangida sai meio que as pressas ao banheiro. Uns filetinhos de merda caem no chão no trajeto quarto-banheiro. Pego uma cueca e limpo meu pau. Enquanto Thayane toma um banho vou a cozinha pegar um pano de chão e um detergente para limpar o rastro de merda.
Entro no banheiro e tomo um banho com a putinha que queria que fosse a Japinha.
Depois de voltarmos pra cama e vermos um filme agarradinho, já a noitinha, vou deixar la em casa.

Retorno para o residencial e quando estou prestes a chegar no meu bloco, quem eu vejo?
Sim. As gêmeas japonesinhas e suas amiguinhas sentadas conversando.

Continua…

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