Brincadeiras de Crianças


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A história à seguir é verdadeira. Aconteceu comigo quando eu era apenas um menino de 12 anos e faz parte da minha longa história de descobertas e aventuras sexuais.
Desde os 8 anos que, na companhia de alguns primos, comecei a brincar com meu pintinho. Eles eram um pouco mais velhos e tinham umas revistas de mulher pelada escondidas. Foi com eles que comecei a bater punheta e a sentir tesão com o sexo.
Durante as férias, sempre íamos para a fazenda de um de nossos tios. Um lugar enorme, com lago, pomar…. A molecada se divertia, e eu precoce, sempre inventava de nadar pelado na lagoa, ou deixar meu pintinho escapulindo pela lateral do shorts para as meninas verem. Ficava num tesão danado quando percebia que elas estavam me olhando.
Uma de minhas primas, de 9 anos, tava sempre grudada em mim. Talvez porque já havia visto meu pinto algumas vezes quando eu deixava ele escapulir assim “sem perceber”.
Um dia, só eu e ela no pomar comendo umas mixiricas, quis fazer xixi. Sem muita cerimônia, apenas virei de lado, coloquei o pinto pra fora e comecei a mijar. A menina logo estava com os olhos arregalados, sem perder um detalhe. Eu apenas me virei para o outro lado, mas ela vinha atrás, super curiosa. Claro, num segundo meu pintinho já estava um pinto duro né?! Mas, como se nada tivesse acontecendo, dei aquela chacoalhada bem demorada pra mostrar o máximo possível e guardei de volta.
A menina então, saiu correndo gritando: “Eu vi o pinto do Luizinho! Eu vi o pinto do Luizinho!!!”
Não sabia onde enfiava minha cara, mas pude ouvir uma das outras meninas perguntar se era grande. (rsrsrs) Mas minha preocupação era apenas daquilo não chegar no meu tio. (não chegou).
No dia seguinte a situação se repetiu. Novamente só nós dois no pomar, novamente vontade de fazer xixi.
_ Vou fazer xixi, mas vou pra lá porque senão você sai fazendo o maior escândalo.
_ Ah não! Não precisa! Pode fazer aqui mesmo. Não grito. Prometo.
_ Não conta pra ninguém que viu meu pinto?
_ Não. Prometo. Deixa eu ver de novo?
_ Tá bom. Mas é nosso segredo einh?!
Como tínhamos combinado, dessa vez desci o shorts até os joelhos pra ela ver melhor. Praticamente pelado, já que eu já estava sem camisa.
_ Quer me ajudar? Pode segurar e mirar onde quiser.
Nem dei tempo dela responder. Tava já hipnotizada. Peguei sua mão e coloquei no meu pinto, que cresceu rapidinho.
Ela apertava com força!
_ Nossa! Assim não vai sair xixi nenhum! Pode só segurar de levinho.
E ela balançava meu pinto já completamente duro, e com uma risadinha nervosa me perguntou:
_ Nossa! Ele cresceu! E tá duro!!!! Cadê o xixi?
_ Calma! Já vem. Ele nunca fez xixi com outra pessoa segurando. Deve tá tímido….
_ Tá bom.
E sossegou um pouco as mãos, mas aproximou o rosto pra ver melhor de onde sairía aquele xixi.
Precisei me concentrar pra liberar, tamanho era meu tesão. Mas começou a sair. Primeiro um pouquinho, depois um jato mais forte.
Minha priminha estava numa excitação que não dava pra esconder. Ria com os olhos arregalados naquele acontecimento. E direcionava a mijada para o alto, depois fazia desenhos aleatórios no chão. Até que acabou.
Instintivamente ela mesma deu uma sacolejadinha pra última gotinha cair, mas logo eu já avisei e ensinei a fazer certinho.
_ Olha aqui. Tem um caninho desde aqui embaixo até a cabecinha, por onde passa o xixi. Tem que apertar debaixo até a cabecinha pra sair todo o xixi dele.
Atentamente ela aprendia e fazia como eu havia descrito. E se empolgou ao ver saírem mais umas gotinhas.
_Acabou?
_Sim
_E ele vai ficar assim duro?
Falava ao mesmo tempo que manuseava.
_Sim. Pelomenos até um pouco depois de ficar guardado.
_Queria ver ele molinho… Porque ele tá assim, grande e duro?
_As vezes ele fica assim mesmo. Quer ver? Ele pula!
E fiz ele ficar pulando pra cima e pra baixo. Ela dando risada!
_Ele é bonitinho! E a cabecinha dele? Fica sempre pra fora? (colocava a pele cobrindo, mas devido ao tamanho, ela voltava mostrando a cabeçona inchada de novo)
_Não, nem sempre. Quando ele diminui e fica mole, ela também esconde nessa pelinha.
_Ah! Queria ver! Então p,guarda que quero ver molinho depois.
_Tá. Te aviso.
E continuamos por alí, mas ela continuou curiosa.
_Deve ser bom ter pinto. Não precisa agachar pra fazer xixi… Já amoleceu?
_Calma! Não deu tempo ainda!
_Deixa eu ver!
E já foi me abaixando o short na maior senvergonhice.
_Viu?
_É… Vai ficar assim pra sempre?
_Não sei… Esse negócio de você pegar nele pra ele fazer xixi. Ele gostou. Ficou com tesão.
_Tesão?! O que é isso?
_Ah! É o que a gente sente quando tá gostando de alguma coisa. Quando eu fico com tesão meu pinto fica duro.
_Você gostou deu pegar nele?
_ Sim! Por isso ele cresceu.
_Hum… Entendi. Mas agora eu que tô querendo fazer xixi. Olha pra lá!
_Porque olha pra lá?! Você me viu, pegou, até ajudou no meu xixi. Deixa eu ver você também!
_Tá bom! Mas vamos mais pra lá, mais escondido.
Ela se encostou na beira de uma mata, no fim do terreno roçado do pomar, levantou o vestidinho e abaixou a calcinha até a metade das coxas.
Era a primeira vez que eu via uma bucetinha daquele jeito. Livre, nua, peladinha. Tava se mostrando pra mim! Nem agachou pra fazer o xixi. Ficou de pé me olhando olhar pra ela.
_Que bonitinha! (e ela sorriu) Posso passar a mão?
_Pode!
Cheguei pertinho e percebi uma penugem prenunciando seus futuros pelos pubianos, a rachinha semi aberta revelando um pedacinho de seu clitóris e seus lábios internos. Naquela época nem imaginava, mas ela tava inchada de tesão também.
Com carinho, puxei os grandes lábios, afastando pra tentar revelar mais o que tinha alí dentro, e ela também abriu mais as pernas automaticamente.
Notei ela já toda úmida, e na minha ingenuidade de 12 anos, disse:
_Parece que já vai sair xixi!
Ela se agachou e lentamente pude ver o xixi começando a escorrer.
Foi uma imagem que levarei por muitas e muitas vidas.
Quando terminou, deu uma sacolejadinha e levantou.
_Viu?!
_Sim! É linda! Mas se vc queria ver meu pinto mole, vai ter que esperar mais. Fiquei com mais tesão ainda de ver ela. E ele tá enooooorme!
Deixa eu ver!
E abaixou meu shortinho até o joelho. Eu terminei de abaixar até os pés.
Ficamos os dois frente à frente, cada um olhando o sexo do outro.
Não demorou nada e ela me segurou. Fiz o mesmo e encaixei a mão naquela xoxotinha ainda molhada de xixi.
Ela se contorceu.
_Ai, que gostoso! Acho que também tô sentindo tesão.
E apertou meu pau ainda mais.
Eu pude sentir melhor seus lábios entre meus dedos e ficamos assim, num momento que parecia eterno.
_Acho que quero fazer mais xixi.
Se agachou mas não saiu nada. Mas notei que agora ela tava totalmente aberta, inchada, e sua umidade refletia.
Novamente se levantou e eu brinquei:
_Oi senhorita! Eu sou o pinto do Luizinho. Tudo bem?
E ela deu risada!
_Seu bobo!
_Vem cá! Cumprimenta direito! Tem que dar beijinho!
E levei meu pau duro até aquela bucetinha linda. Ela facilitou inclinando a cintura pra frente. Era o primeiro contato do meu pau em uma buceta.
Encostei rapidinho na primeira vez, como num selinho. Depois outra vez, e outra mais demorada…
Sem nos darmos conta, estávamos em plena atividade sexual.
Eu passava a cabeçona do meu pau de cima a baixo e de baixo até em cima. E ela segurava com as mãos as laterais da bucetinha bem abertas. E quanto mais eu passava, mais sentia ela lubrificada, e mais tesão eu ía ficando.
_Tá gostoso?
_Sim, muito!
_Tá com tesão também?
_Acho que sim…. Tá tão bom!
E a carícia foi ficando mais intensa…..
Eu sentia que podia gozar e falei:
_Tô querendo gozar.
_Gozar?! O que é isso?
E sem pararmos o movimento, expliquei:
_É quando o tesão chega no limite. Fica tão forte que dá uma sensação forte também, mas muito gostosa. Eu gozo quando mexo com meu pinto depois de um tempo. E agora tá parecido, só que melhor!
_Eu também tô sentindo uma coisa diferente que nunca tinha sentido. Continua!
A essas horas, já estávamos grudados nos esfregando freneticamente. Uma de minhas mãos segurando meu pau pra forçar contra aquela rachinha e a outra apertando aquela bundinha durinha contra o meu corpo.
Ela dava umas gemidinhas deliciosas!
_Ai que gostoso que tá Luizinho! Continua!!!
Não sei como resisti por tanto tempo. Deve ter sido a adrenalina do momento escondido no meio do mato. Sei lá! Mas eu ter demorado à gozar foi perfeito para que ela chegasse à um nível de excitação também muito forte.
Depois de um tempo, gozei como nunca havia gozado em nenhuma de minhas punhetinhas. Mas avisei!
_Vou gozar!
E ela também parece ter chegado lá porque, junto comigo, soltou um gemido mais alto e me agarrou me abraçando forte com as duas mãos.
_Nossa!!! Acho que eu também gozei! Que gostoso que foi!!! Meu corpo tremeu!
_Sério?!
Perguntei ainda grudadinho nela.
_Sim!
_E foi bom?
_Muuuuito!!! Mas e se eu engravidar?
Perguntou já se afastando.
_Ah não! Só mulheres adultas têm nenem. Relaxa!
_Tá. Mas então é melhor a gente voltar. Já devem estar procurando a gente.
Vestimos as roupas e ela me abraçou, como um agradecimento e me falou:
_Gosto muito de você. Você é meu primo favorito.
_Também gosto de você Aline!
Mas agora, segredo einh?! Outra hora te mostro ele molinho.
Mas essa já é outra história!

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