Casos ao acasos


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Pedro cachacho um negro de um metro e noventa criador de porcos tinha sua chácara a dez quilômetros da cidade , vivia da venda de carne para os moradores, mal encarado taciturno era de poucas ´palavras acostumado com sua solidão tinha poucos amigos so aceitava visitas de quem viesse negociar seus suínos, ate o dia que Carol que fazia sua caminhada pela estrada entrou em seus domínios pedindo um copo d/água , poucas pessoas conseguia tirar um sorriso dele ao servir aquela jovem que aos quinze anos era uma verdadeira formosura. Os cabelos amendoados sombracelha marcante que definia um rosto angelical com seus olhos castanhos penetrantes seios volumosos para sua idade que ele calculou não ser mais que dezesseis anos,apertados numa micro blusinha que pareciam queres saltar o short de laycra definia uma bundinha arrebitada , marcando a bucetinha que pelo contorno seria maravilhosa , Pedro teve uma ereção repentina que marcou sua calça larga de uma cor indefinida pela sujeira . ao sentir o olor adocicado do perfume que exalava do corpo juvenil da mocinha,como dizem que os opostos se atraem , Carol se embriagou com o cheiro do suor misturado com o cheiro de excrementos que impriguinava o local.fitou de soslaio o volume entre as pernas do velho cachacho agradeceu e ia se retirando quando num impulso ele estendeu sua mao que tocou a mao dela , como por encanto ela fechou os olhos seu corpo arfava sua respiração esta entrecortada ele a puxou pela mao conduzindo-a para dentro do rústico casebre ela se deixou levar hipnotizada pela sensação que sentia , deu um débil gemido de protesto quando a mao áspera calejada percorreu seus braços envolvendo ela num abraço apertado único para ele que nunca antes tocara uma fêmea como aquela , seu pau pulsava ferozmente quando ela lambeu seu pescoço enfiou a língua na orelha dela que deu gemido selvagem igual um animal ferido ,acariciou o rosto dela percorreu suas faces e quase foi a loucura quando ela envolveu dois dedos seus e com deleite os mamava havida de prazer ele os movimentava indo e voltando entre seus lábios, praticamente a jogou naquele imundo catre deixando ela nua por inteiro ele já sem camisa não se deu ao trabalho de tirar as calças somente abriu a barguilha fazendo saltar aquele falo grosso imenso , Carol admirou o falo envolveu-o com sua terna mao branquinha em contraste com a ferramenta negra cabeçuda tinha o formato de um cogumelo depois a haste longa comprida , sentiu medo e desejo tocando o caralho imaginando se conseguiria suportar todo ele deu um grito de protesto ao perceber que ele se preparava para a penetrar sem nenhuma preparação apesar que sua bucetinha estava lubrificada escorrendo seus fluidos, sentiu aquele cabeção enorne entre seus lábios vaginais abriu ao Maximo as pernas em forma de um vê ,gemeu chorosa ao sentir aquela penetração pela primeira vez sentiu –se sendo arrombada como se agora ela não seria mais virgem seus fluidos misturavam-se com o sangue que escorria da sua rasgada buceta uma dor aguda era sentida mas o prazer de ter seu canal vaginal apertando o corpo do cassete que estava dentro dela a levava a loucura seus gozos eram copiosos arrepiantes trepidos a levando a um delírio sem igual seus orgasmos eram infinitos seguidos lascivos o ritmo acelerado animalesco que ele a possuía eram alucinantes , ele estocava forte seguidas vezes acelerado por três veses ele já gozara mas continuava a entrar e sair daquela buceta como um demente dando urros seguidos animalescos fazendo jus ao apelido de cachacho , uma imensa mancha marcava o velho colchão surrado entre a bunda dela porra sangue e a seiva que sua buceta espelia umedecia seu rabo como uma cadela no cio ela se sentia engatada no caralho sua cabeça girava tremores percorriam todo seu corpo que se contraia como se também recebesse choques elétricos aos poucos sentiu desfalecer num rito de prazer nunca antes sentido , a pica continuava castigando suas entranhas Carol sentia um prazer doentio sádico safado como nunca tivera antes , recobrava aos poucos os sentidos já imaginando como seria dar o cu para aquele monstro.

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