Minha aluninha gata


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Já passava das 22:30 da noite. Eu estava me preparando para fechar a academia. A única aluna que ainda restava realizando a sua série era Jéssica, um ninfeta recém completando seus 18 aninhos. Jéssica é o tipo de mulher que eu me amarro. Mulher mingnonzinho, magra, porém seu corpo muito bem definido e torneado. Seus seios eram pequenos, sua bunda era proporcional ao seu corpo. Era uma gata de pele morena clara, seus cabelos pretos longos chegavam até metade das suas costas. Pra completar, tinha um dos sorrisos mais perfeitos do mundo, daqueles inocentes, mas ao mesmo tempo cheio de mistérios. Tinha uma pequena pintinha no lado direito de sua boca carnuda que era a cereja no bolo.

Eu já estava de olho nessa gata a algum tempo, porém faltavam oportunidades para conversarmos de maneira mais adequada. oportunidades como essa, com uma academia vazia, a qual eu não poderia deixar passar.

Lógico que antes disso, me aproximei dela como seu professor. E somente depois de muito tempo, consegui ganhar a sua amizade e confiança. Nossos papos nunca foram maliciosos, mas mesmo assim dava pra descobrir muita coisa dessa novinha. Uma dessas coisas é que apesar de estar namorando, já tinha traído seu namorado algumas vezes. Namoro esse que era cada vez mais frio.

Eu pensei comigo mesmo nessa noite de oportunidades. Quer saber ? Chega de enrolação, vou aproveitar pra tentar alguma coisa. Eu estava cheio de confiança. Estava numa fase muito boa da vida. Solteiro, 29 anos e com uma carcaça de respeito.

Me aproximei dela…Bem no momento em que realizava um exercícios em 4 apoios, empinando aquela bundinha para o céu e me deixando maluco. Sentei ao lado dela, e começamos a conversar. Resolvi ir para o lado da brincadeira…
-Ta pegando só isso de peso ? Para vai, você consegue muito mais…

Jéssica riu. Começou a reclamar do professor que lhe havia passado o exercício ( eu ). “Está me matando” ela dizia em forma de brincadeira…

Não conseguia parar de olhar para ela ao realizar o exercício. E ela notou isso. Porém não fez questão de mudar nada.
Ao acabar o exercício ela me pergunta:
-To fazendo tudo certinho?
-Tá sim, boa execução. Desse jeito vai crescer rápido.

Ela riu, olhou para o relógio e se assustou com a hora.
-Nossa, nem vi a hora, foi mal, já to acabando.
-Relaxa, não to preocupado com a hora, Ta só eu e você aqui…

Logo após emendei:
-Apesar que você já pode parar de malhar agora… Ta perfeita pô…

Ela lança aquele sorriso que falei antes nesse conto. Mas agora tinha ar de malícia. Me senti confiante de que poderia continuar.
-Você ta cada vez mais gatinha Jéssica, desde que entrou aqui, o seu corpo mudou muito
-Você acha mesmo ?
-Acho não, tenho certeza…

Jessica ficou sem graça com o meu elogio. Me aproximei dela novamente. Dessa vez para lhe ajudar a guardar os pesos. Me aproximei por trás na malícia mesmo , chegando a passar de leve a minha mão pela suas costas. Ela virou pra mim , novamente com um sorriso que estava me derrubando. Não me segurei e resolvi tentar alguma coisa. Uma aproximação rápida e consegui lhe beijar pela primeira vez. Um beijo que inicialmente foi leve, porém em questão de segundos, começou a esquentar.
Segurei forte em seus cabelos, e fui em direção ao seu pescoço. No primeiro beijo Jéssica soltou um leve e baixo gemido. Eu achei que estava tudo encaminhado. Porém ela se fez de difícil. Me afastou dela, ainda sorrindo, seu rosto corado.

-Melhor não, eu tenho namorado… você sabe disso…
-Pra quem tem namorado esse beijo foi quente demais…
-É, mas a academia ta aberta, e se entra alguém ? Arriscado demais… melhor não …

Isso era fácil de resolver. E logo dei a idéia:
-É isso que te preocupa? Vamos fazer o seguinte, Eu tranco a academia, e a gente vai ali pra perto da sala de Pilates que é mais fechado, o que acha ?
Jéssica não respondeu, mas também não negou. Acho que esperou eu tomar a decisão, e foi o que fiz . Tranquei a academia, desliguei algumas luzes e novamente me aproximei dela. “Agora tá tranquilo” falei.

Novamente começamos a nos beijar, dessa vez de maneira forte. Segurei Jéssica pela cintura e a trouxe para mais próximo de mim. Nossos corpos ficaram grudados. Provavelmente ela sentiu o estado em que o meu pau já se encontrava, duro e sedento por sexo. Peguei alguns colchonetes e coloquei no chão. Ela se deitou sem eu pedir. Fui por cima dela e novamente comecei a beijar aquela boca maravilhosa. Minha mão passeava pelo seu corpo, ora pela cintura, ora pelos seus lindos e delicados seios. Logo após fui descendo, queria sentir o calor daquela boceta na minha mão. Era uma calça legging de malhar preta, apertada. De maneira muito calma fui retirando a sua calça . Logo após fui descendo a sua calcinha. Quando finalmente a retirei por completo Jéssica riu e tentou tapar a sua nudez com as mãos. Caralho como aquilo me deixou maluco. Novamente nos beijamos, e aos poucos fui liberando aquela mãozinha tão delicada do caminho. Passei meu dedo por cima da sua vagina, lisinha, com lábios bem pequenos. Uma delícia de buceta. Dessa vez ela veio por cima de mim, e começou a retirar a minha camisa. Fiz o mesmo. Tirei tudo de uma vez, a camisa e o Top. Deixei a mostra seus seios. Pequenos, lindos, bem delineados. Seus mamilos eram mais escurinhos. Estava totalmente durinho. Cai de boca e comecei a chupa-los. Jéssica gemeu baixo novamente, enquanto abraçava minha cabeça e bagunçava meu cabelo.
A sacana começou a roçar sua buceta em cima do meu pau por cima da calça mesmo… Eu queria botar meu pau pra fora, mas ela em cima de mim me segurava, olhava pra mim rindo. Brincava e me atiçava ainda mais. Porém não demorou muito. Ela se levantou e foi puxando a minha calça, um pouco sem jeito pela posição em que se encontrava. Eu rapidamente a ajudei. Abaixei a minha cueca também e coloquei o meu pau pra fora. Ele já estava todo melado de tanto tesão que eu estava sentindo. Ela aproveitou e com a mão espalhou por todo o meu pau, começando uma leve punheta muito gostosa. Ela sabia o que fazia, não era nenhuma boba.

Olhou pra mim e sem falar nada, foi sentando em cima do meu pau. Sua buceta já estava toda molhada também. Meu pau entrou com muita facilidade, e foi deslizando para dentro. Sua buceta ainda se mostrava apertadinha, apesar de toda a lubrificação. Jéssica cavalgava lentamente em cima do meu pau. De olhinhos fechados, gemia, com seus braços apoiados em meu peitoral. De vez em quando debruçava sobre mim. E então eu lhe segurava e lhe penetrava . Mudei ela de posição. Coloquei ela deitada. Abri a suas pernas , segurando uma em cada mão. Ela pegou o meu pau e conduziu até a sua buceta. Novamente a penetrei. Dessa vez comecei a enfiar com mais força e vontade. Seus gemidos, antes baixos, começaram a aumentar. Ela pedia bem baixinho, para eu enfiar nela gostoso. Eu lhe obedeci direitinho. Comecei a enfiar mais rápido e mais fundo. Coloquei as suas pernas entrelaçadas na minhas costas e meu pau ficou em uma posição que lhe dava muito prazer. Percebi isso e aumentei ainda mais o ritmo da penetração. Nossos corpos bem colados, roçando um no outro. Mamava naqueles peitos maravilhosos.
-Isso , assim vai, que gostoso !!!! – Jéssica revirava os olhos enquanto falava.

Percebi que iria gozar. Não quis nem saber de tirar pra fora. Queria encharcar aquela buceta de porra. Que delicia de momento. Meu pau latejava la dentro. Quando finalmente gozei, sentir a sua buceta pulsar também. Tirei meu pau pra fora, e fiquei olhando a minha porra escorrer daquela buceta. Que tesão ! Jéssica apenas olhava pra mim. Ria da situação. Fomos até o vestiários, aonde tomamos um banho juntos. Antes de nos despedirmos, mas um beijo delicioso. E a possibilidade de acontecer outras vezes.

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