Perdi minhas preguinhas na boléia aos 8 anos


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Este é um relato verídico, e aconteceu na década de 80, quando eu tinha apenas 8 anos.
Cresci sem conhecer meu pai e sou filho único. Na época minha mãe, era uma mulher linda, com seus 25 anos. Ela trabalhava duro para o meu sustento,como manicure num salão de beleza.Moravamos numa pequena casa de taipa, numa região rural, e nos fins de semana, minha mãe, sempre recebia visita de amigos. Ela adorava cervejas e uma boa farra.
Sempre no final da bebedeira ela acabava indo pra cama , com um as vzs com dois amigos.
A casa era bem pequena. Sala um quarto, cozinha e um pequeno banheiro, q ficava do lado de fora da casa no quintal.
Eu dormia na cama com ela, mas quando recebia visitas, eu tinha q dormir no sofá da sala.
Com a casa de telhas e paredes esburacadas, ouvia nitidamente, minha mãe gemendo,fudendo com um ou outro amante.
Foi assim q prematuramente, me despertei para o sexo. Comecei a olhar pela fresta da velha e empenada janela, e ficava admirado e de pinto duro, assistindo minha mãe de quatro na cama, chupando a picona de um , enquanto o outro fúdia sua buceta e o cu. O q mas me chamava a atenção eram as pirocas enormes dos caras.
Foi nessa época q , minha mãe comprou balas e chicletes, pra q eu vendesse,no posto de combustível, na beira da estrada, pra ajudar na compra de meus livros e cadernos,
Como eu estudava a tarde, passei a vender as balas a noite, quando tinha maior movimento, de caminhoneiros, prostitutas e travestis.
Foi assim, andando entre carretas e caminhões, parados no imenso estacionamento escuro, q passei a conhecer o sub mundo da prostituição.
Travecos e putas não se misturavam, "trabalhavam "em locais opostos, um do outro.
Eu preferia vender minhas balas, no setor dos travecos e me excitava, escondido, embaixo de algum caminhão vendo bem de perto, algum caminhoneiro, comendo o cu , de algum traveco. Depois q gozava, o cara pagava e cada um ia pro seu lado.
Certa vez , depois q o cara gozou , jogou a camisinha, bem perto de mim. Depois q saíram, peguei aquela coisa, melada e cheia de leite ainda quente. Derramei a gosma na mão e cheirei , tinha um cheiro forte, parecia água sanitária, passei a língua na palma da mão e senti o gosto ácido, acredoce. Não achei bom o sabor, mas tbm não senti nojo.
Certa noite,ao oferecer bala pra um senhor, ele me chamou pra ir até sua carreta, onde estava o dinheiro. Seguimos até o final do estacionamento, onde ele entrou numa carretona, linda, novinha e de cabine dupla. Ao ver minha admiração ele mandou q eu subisse na boléia. Curioso e louco pra conhecer como era lá dentro, aceitei o convite.
Enquanto eu admirava o painel, as cortinas e a enorme cama atrás dos bancos, o coroa começou a alisar meu pescoço, dizendo q eu era um garoto lindo. Ao me virar vi q o velho safado, já estava com o piru pra fora da calça.
Assustado, mas tbm curioso, fiquei com os olhos fixos, olhando o cabeção rosado e babado. Logo tentei sair, dizendo q precisa vender as balas, ele então me disse, q compraria todas se eu desse uma pegadinha no pau dele.
Interessado pela proposta, pedi pra q pagasse adiantado. Ele sorriu, e dizendo q eu era bem esperto, tirou a grana da carteira e me deu bem mais do q eu esperava. Satisfeito, guardei o dinheiro e patolei o pau e instintivante, comecei massagear, aquela coisa quente e cheia de veias grossas, q logo foi endurecendo na minha mão.
"Dá um beijinho nele"—pediu.
" Não, o senhor pagou só pra eu pegar"respondi.
" Se vc chupar, deixo vc com as balas"—respondeu apertando meu mamilo.
Era vantagem demais, e não pude recusar.
Me debrucei e cai de boca na cabeça vermelha, fazendo como minha mãe, fazia com seus namorados.
O coroa era um cinquentão, barrigudo e todo peludo. Seu pau babado fedia a mijo e suor.
Enquanto eu mamava com vontade, ele suspirava de prazer, já com a mão dentro do meu short, catucava meu cuzinho com o dedo. Achei gostoso e logo já estava com a bundinha empinada, e o cuzinho ardendo, com o dedo todo atoladinho. Não demorou, e o coroa encheu minha boca de porra, me fazendo engolir tudo, pra não engasgar.
Como havia prometido, ele me deixou levar as balas, me fazendo prometer , q faríamos de novo, dois dias depois, quando ele voltaria de viagem.
"":Na próxima, vou comer seu cuzinho"–disse, ele apalpando minha bunda.
"Vai ter q pagar mais caro"— respondi sorrindo , provocando.
Naquela noite, cheguei em casa feliz. Havia vendido tudo, e tinha faturado ainda mais, chupando a picona do coroa.
Dois dias depois, assim q cheguei no posto, vi a linda carretona estacionada e meu coração bateu acelerado.
Encontrei o coroa bebendo no bar, seus olhos brilharam ao me ver de longe. Depois de pagar um refrigerante pra mim, saímos em direção a carreta. Assim q entramos o tarado me abraçou e me beijou na boca.
Era meu primeiro beijo, e mesmo sem saber beijar,tentei corresponder. Ele então mandou eu tirar a roupa e ir pra cama. Experto, mesmo louco pra deitar com ele, me fiz de difícil, dizendo q precisava vender as balas. Desta vez ele me mostrou mais grana, q na moeda de hoje, deveria equivaler a uns 30 reais, eu nunca tinha tido tanto dinheiro, fui logo pegando a grana, tirei minha roupa e pulei pra confortável cama.
Minutos depois estávamos agarrados , na maior pegação. Ele havia me colocado invertido sobre seu barrigão, e enquanto eu chupava sua pica ele revezava língua e dedos no meu cuzinho.
Por fim, me colocou de 4, passou um gel no meu buraquinho e pincelou a cabeça na portinha.
Senti um enorme prazer, ao sentir o cabeção quente .
"Relaxa…abre bem o cu, se doer avisa q eu tiro"—disse ele, já forçando a entrada.
Obedeci, abrindo as nádegas com as mãos.
Mesmo devagar, dei um grito quando a cabeça deslizou pra dentro.
Aaiii…hummmm, tá doendo!
Ele então parou de empurrar, e alisando minha bunda,beijou meu pescoço, e disse:
Guenta um pouquinho, a dor já vai passar.
Eu me sentia todo preenchido, com o cu em braças, ao mesmo tempo achava delicioso aquela coisa grossa e quente dentro de mim.
Logo o prazer suplantou toda a dor. Meu pinto estava super duro, então comecei a forçar a bunda contra a pica, fazendo ela deslizar mais pra dentro.
"Quer mais pica né viadinho…isso, rebola no pau do titio"
Gemendo baixinho, obedeci e logo senti seu sacão enorme batendo na minha bunda num ritmo compassado.
O coroa suspirava de prazer, murmurando, coisas desconexas como:
Hummmm q delícia de cuzinho apertado…toma no cu BB!
O entra e sai da pica era cada vez mais rápido. De tanto ele socar veio enorme vontade de cagar.
Já não guentava mais, quando ele, cravou a pica bem fundo, e num urro alto, grunhiu:
"Toma leite no cuzinho, putinha…tô gozaannnddoooooo!!!!
Senti o mastro pulsando dentro de mim, enquanto jorrava leite quente, em minhas entranhas.
Depois esvaziar totalmente o saco, ele deu um tapinha na minha bunda, e tirou a pica,.
Meu cu, agora arrombado, permaneceu arreganhado, vazando porra pra fora. Tive q abrir a porta as pressas, e aos peidos desci da boléia, já me cagando todo, agachado embaixo da carreta. Era um mixto de porra, merda e sangue.
Essa foi a primeira de muitas outras vzs q dei o cu pra aquele coroa delicioso.
Logo vieram outros machos. Nem imaginava q os maduros davam valor a bundinha de um novinho. Com 9 anos, já não vendia balas, e ganhava uma grana boa, me prostituindo.
Não demorou pra q minha mãe descobrisse, mas o dinheiro q eu ganhava falou mais alto, ela fez vista grossa, afinal ela sabia q eu não pararia de dar meu cuzinho, recebendo ou não.
Meses depois, um namorado dela passou a me enrabar dentro de casa com o consentimento dela.
Esse é um outro relato.
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